A Teoria da Evolução e os seus inimigos (I)
Discutir a Teoria da Evolução (TE) como alternativa à teologia natural, cerca de 150 anos após ter sido proposta por Charles Darwin, é uma frustração. Custa perceber que ainda haja tanta gente com instrução a recusar ou a pretender minar esta teoria por puro preconceito religioso, mais ou menos mascarado. Custa ver a forma como muitos a atacam, citando de forma descontextualizada ou desonesta o que os evolucionistas escrevem. E é revoltante ver que quem marca a agenda para estas discussões na praça pública são os criacionistas (ortodoxos), os praticantes do Intelligent design (ID) e sua Santidade o Papa. Tal pressão mediática deixa os evolucionistas numa situação de aperto. Se ripostam, são vistos como um grupo de ateus em pé de guerra com a religião; se ficam calados, passam por arrogantes. Haja bom senso. Os evolucionistas só pretendem que os deixem trabalhar e divulgar as conclusões a que têm chegado. Afastam-se desta polémica porque, justamente, não lhe querem conferir o estatuto de discussão científica. A razão é muito simples: não há dados empíricos nem foram identificadas falhas lógicas que ponham em causa a TE. O que move os críticos, como se adivinha e verá, não é o rigor científico.
Entro no debate, em primeiro lugar, por não ser evolucionista de profissão, apesar de ser biólogo. Vejo isto como uma missão. I take a bullet for them. Um verdadeiro evolucionista tem mais em que pensar e deve respeitar o seu métier. Mas como o meu espírito de missão é finito, impõe-se definir o campo da discussão. Separa-nos dos criacionistas que defendem uma interpretação literal da Bíblia um fosso que nem o estilo raro e feliz de uns ajuda a transpor. É preciso partilhar um conjunto mínimo de valores para que o entendimento seja possível, valores que incluem o respeito pela verificação empírica.
O conjunto de textos em que pensei é uma resposta a uma carta (citação parcial) que Jónatas Machado publicou recentemente no jornal Público e a outros seus comentários disponíveis online, mas não me sinto refém das suas afirmações. Não procurarei, por exemplo, debater se “o corpo com que Jesus ressuscitou (facto comprovado pelos apóstolos mais cépticos),[…] era incorruptível, contendo um genoma perfeito e completo”. Cozinhados destes, que temperam a exegese com uma pitada de genética, são do domínio do disparate. Por outro lado, a carta de Machado e a breve polémica que gerou permitiram identificar alguns mal-entendidos que importa esclarecer. É o que me proponho fazer aqui, ao longo das próximas semanas.
Começarei por descrever sucintamente as origens e a pulsão do ID, passando depois para a TE. Discutirei então as críticas de que a TE tem sido alvo ao longo dos tempos, nomeadamente: 1) a noção de que a definição de selecção natural é uma tautologia; 2) a ideia de que a TE não cumpre o critério da falsificabilidade; 3) alguns dos argumentos clássicos do ID, como a complexidade irredutível, entre outros.
Não pretendo converter ninguém ao Evolucionismo. Defendo que a TE, especialmente como Darwin a descreveu, é, pela sua simplicidade, uma ideia mais bela do que qualquer mito da criação. É deste gosto pessoal que vem a vontade de escrever estes textos mas, em última análise, a relevância da fruição que cada um retira da TE é nula; Darwin não foi importante por ter escrito dois livros de leitura agradável, controversos e que esmagaram a teologia natural, mas por ter dado à Biologia uma teoria geral, que continua a funcionar. Deixa-me indiferente que leigos e outros a ignorem ou desprezem. Incomoda-me quando a deturpam ou a pretendem censurar.
(A caixa de comentários fica aberta e conto ir adaptando os textos que se seguirão a todas as questões levantadas que me parecerem relevantes).
Imagem: manuscrito de Charles Darwin.
Comments
Eu não percebo como pode haver debate. Um neurocirugião aceitaria debater com um geólogo o seu diagnóstico ou os seus procedimentos operatórios? Que tipo de debate poderia existir sobre os méritos literários dos Lusíadas entre um especialista de literatura e um físico que só tivesse lido meia dúzia de versos?
A pessoa que está do outro lado percebe algo de biologia? genética? Ou mesmo dos assuntos de física de que fala? Esse senhor seria capaz de compreender um artigo científico?
Não me parece. Os exemplos que deu são esclarecedores, eu tenho de conter o riso de cada vez que esse senhor e os apaniguados dele tentam passar da retórica para algo mais concreto. Ao discutir em pé de igualdade com essa pessoa não está a reconhecer-lhe competências que ela não possui nesses campos? Esse senhor passa a ser "alguém que discute com os cientistas".
Eu acho preferível passar por arrogante do que dar a impressão que estes assuntos são simples questões de opinião em que qualquer curioso pode argumentar sem problemas com um especialista. A ciência é debatida e discutida cada vez que se publica um artigo científico, por pessoas que sabem do que estão a falar.
Posted by: Jorge Maia | setembro 17, 2006 11:49 AM
Estimado Vasco Barreto, estimados leitores
O meu objectivo neste debate, que quero desenvolver, se não numa situação ideal de diálogo, pelo menos num contexto conversacional elevado, consiste em tentar demonstrar que o criacionismo bíblico, baseado na interpretação textual-gramatical, sistemática e histórica mais natural dos textos Bíblicos, é uma alternativa racionalmente sustentável e plausível à teoria da evolução. Embora parta da aceitação, pela fé, de que a Bíblia é a Palavra de Deus, porque assim se referiram a ela Moisés, os Profetas, Jesus e os seus Discípulos, bem como a generalidade da tradição cristã, procurarei sustentar a sua adequação a descrever o Universo, a Vida e o Homem, recorrendo frequentemente aos dados empíricos recolhidos pela comunidade científica globalmente considerada e por aqueles cientistas mais directamente ligados ao movimento criacionista internacional. Isto, por uma questão de acessibilidade intersubjectiva e respeito pelos interlocutores que não partilham das minhas premissas.
Procurarei deixar claro que o evolucionismo não tem qualquer fundamento e consistência empírica e que é aceite, única e exclusivamente, pela fé. Como eu sou um homem de fé, estou habituado a reconhecê-la quando a vejo. E os evolucionistas batem todos os recordes em matéria de fé. Na minha modesta opinião, que procurarei fundamentar sempre com o máximo respeito para com os evolucionistas, a teoria da evolução é um embuste ideologicamente enraizado na filosofia naturalista e materialista que se afirmou no mundo ocidental a partir do século XIX, mas com antecedentes remotos na antiguidade pré-cristã, designadamente no atomismo em geral e no epicurismo em particular. Esta filosofia naturalista e materialista, embora destituída de qualquer base empírica sólida, acabou por tornar-se a religião oficial do sistema educativo nos países ocidentais, em boa parte como compreensível reacção ideológica contra as tradições judaico-cristãs e os modelos teológico-políticos hierárquicos, centralizados e autoritários que sobre elas se edificaram. No entanto, pode questionar-se se não se estará aí, nos tempos que correm, perante uma clara violação do imperativo de neutralidade estadual que caracteriza os modernos Estados constitucionais, alicerçados na liberdade de consciência, de religião e de expressão.
A ciência está sempre em desenvolvimento e transformação. O que é verdade hoje em ciência, pode não ser verdade amanhã. Plutão pode ter sido considerado um Planeta por toda a comunidade científica, mas hoje foi despromovido. A comunidade científica já tem defendido a uma só voz muitas ideias que se têm revelado totalmente erradas. Ainda agora foram publicados nos Estados Unidos dois livros denunciando a famosa “teoria das cordas” (string theory), através da qual se pretendeu, durante as últimas décadas, harmonizar a teoria geral da relatividade e a física quântica postulando a existência de 10 ou 11 dimensões. Nesses livros, os autores Lee Smolin e Peter Woit começam por sustentar que a “teoria das cordas” (a despeito da sua aceitação quase generalizada pelos físicos contemporâneos) está completamente errada, e mesmo que é tão disparatada e fantasiosa que nem chega ao ponto de poder estar errada. Mas, para além disso, os autores denunciam o modo como as lutas por poder e prestígio entre cientistas e o pensamento de grupo frequentemente se abatem sobre a comunidade científica, conduzindo-a à perseguição, aberta ou encoberta, de todos os “hereges”, “apóstatas”, “cismáticos” ou “infiéis” que ousem levantar-se contra as teorias científicas dominantes. Note-se que esta opinião é expressa por dois cientistas não criacionistas.
Particularmente quando se trata de questões relacionadas com as origens do Universo e da Vida, que não são nem observáveis nem repetíveis, é preciso aceitar os dados científicos com cautela, já que os mesmos estão em muitos casos dependentes dos modelos adoptados. Existem centenas de modelos cosmológicos, sendo neste momento impossível determinar qual é o correcto. Do mesmo modo, existem pelo menos cinquenta teorias diferentes sobre a extinção dos dinossauros, sem que tenha sido possível demonstrar a veracidade de uma delas para além de qualquer dúvida razoável. Na verdade, mesmo sobre factos muito mais recentes existem controvérsias intermináveis entre cientistas. Alguns historiadores dizem que os eventos da mitologia grega narrados na Ilíada e na Odisseia tem uma base histórica. Outros, diferentemente, sustentam que os mesmos são puramente mitológicos.
Afinal, como poderemos um dia saber a verdade? Como poderemos ter a certeza de que vimos tudo o que há para ver e sabemos tudo o que há para saber? Se a ciência é sempre provisória, poderemos um dia saber a verdade? E como saberemos que encontrámos a verdade se não a conhecemos? Jesus disse, “Eu sou a Verdade”. Ele também disse, “Eu sou o Alfa e Ómega, o princípio e o fim”. Jesus é apresentado como Verbo, Razão, dizendo-se na Bíblia que o Universo foi criado por Ele e para Ele. As suas palavras são caracterizadas como mais sólidas e duradouras do que os Céus e a Terra. Estas são as premissas de que eu vou partir, procurando tirar delas todas as consequências lógicas e aplicá-las na interpretação dos dados. Se as mesmas estão correctas, então a origem, o sentido e o destino do Universo, da Vida, e do Homem só podem ser conhecidos a partir da Palavra de Deus, e não pelas observações que cientistas falíveis vivendo no presente fazem no presente com base em premissas incertas e instrumentos tecnologicamente imperfeitos. Do mesmo modo, se as mesmas estão correctas, então todos os modelos científicos que partam do princípio de que o Universo e a Vida surgiram e evoluíram por acaso, sem qualquer intervenção sobrenatural, devem ser rejeitados liminarmente, porque incompatíveis com elas. Penso que estão mal os cristãos que aceitam que Deus criou o mundo, mas depois aceitam modelos científicos que pressupõem que tudo surgiu e se desenvolveu por acaso, sem qualquer intervenção divina.
Em meu entender toda a actividade científica levada a cabo por seres humanos falíveis e ignorantes em muitas coisas tem invariavelmente que repousar em pressupostos aceites pela fé. Nas minhas intervenções subsequentes procurarei explicitar as premissas do criacionismo bíblico e as premissas, nem sempre abertamente assumidas, em que repousa a teoria da evolução. Irei procurar demonstrar que tanto os criacionistas como os evolucionistas interpretam os dados empíricos de acordo com um modelo teórico ou paradigma pré-definido, procurando em seguida acomodar as observações a esse modelo. De facto, não existe alternativa. O acto de Criação não pode ser observado nem repetido. Por seu lado, a evolução de uma espécie para a outra, a ter acontecido, teria demorado milhões de anos, escapando por isso à capacidade de observação humana. Irei procurar tornar claro que o modelo criacionista, com a sua lógica própria, permite uma explicação muito razoável e plausível dos dados de facto, que acomoda sem grandes dificuldades.
As teorias científicas podem e devem ser abertamente discutidas, sem respeito por qualquer autoridade científica. Não aceito qualquer autoridade científica definitiva a homens como Darwin, Lyell, Simpson, Gould, Dawkins, Lewontin, Eldrege, Ruse, etc. Ainda bem que assim é, visto que se sabe hoje que muitas das coisas por eles defendidas se justificam mais pela sua ignorância do que pelo seu conhecimento. Isto pode parecer presunçoso, mas penso que é a atitude correcta. Como evangélico que sou, defendo um modelo discursivo e argumentativo aberto, em todas as frentes, que não se deixe limitar e intimidar pela autoridade de eclesiásticos, políticos ou cientistas, mas que dê a todos a possibilidade de examinarem livremente os textos e os factos e darem o seu contributo se assim o entenderem. Foi em nome deste ideal que os evangélicos se ergueram contra a autoridade do Papa, do Imperador, de Monarcas absolutos e mesmo de maiorias políticas democráticas, nomeadamente nas revoluções inglesas (1646-49 e 1688) e americana (1776). Foi a partir daí que se desenvolveram e floresceram princípios constitucionais importantes como a liberdade religiosa e a separação das confissões religiosas do Estado. Como jurista que sou, não tenho conhecimento, no domínio da ciência, da existência de um qualquer supremo tribunal científico com competência para se pronunciar definitivamente sobre a intangibilidade de teorias científicas, com a força de uma sentença transitada em julgado, deixando por esse meio de admitir a discussão das mesmas até à consumação dos séculos. Daí que me pareça absurdo, e insustentável de acordo com próprios os cânones da ciência, daqueles que querem proclamar a evolução das espécies como a última palavra científica sobre a matéria, quando a ciência se caracteriza por estar aberta a novos factos, novas hipóteses, novos modelos. Será que querem impedir que a comunidade científica mude de opinião relativamente à teoria da evolução? Pelos vistos é isso que se passa. Como é que a opinião hoje dominante na comunidade científica pode aspirar a ser o critério último de verdade sobre o Universo, a Vida e o Homem, se a mesma se encontra em constante mutação e se nada nos diz qual ela será daqui a 100, 200 ou 3000 anos?
Sobre as minhas qualificações para o debate, que tal examina-las à medida que o debate for decorrendo? As aparências podem ser enganadoras. Afinal, Charles Darwin não era biólogo e Charles Lyell, um dos pais da geologia moderna, era jurista. Por seu lado, o grande astrónomo Hubble era pura e simplesmente um advogado com gosto pela astronomia. Adam Smith, o pai da economia moderna, tinha formação teológica e filosófica. Presentemente, nos Estados Unidos, um dos mais acérrimos e eficazes críticos do evolucionismo é Philip Johnson, um antigo Professor de Direito Processual Penal da Universidade de Berkely e assessor do famoso juiz Earl Warren, do Supremo Tribunal norte-americano, que tropeçou por acaso num livro de Richard Dawkins quando numa sabática em Oxford. Na minha qualidade de Professor de Direito, sou suficientemente humilde para reconhecer competência a alguém que, mesmo não sendo da área jurídica, estudou e pensou o suficiente para poder dar um contributo sério à disciplina. Muitos teóricos do constitucionalismo moderno não eram juristas, mas sim filósofos, teólogos ou médicos. O grande teórico francês do poder constituinte, Emanuel de Siéyes, era um abade. Por outro lado, também sei que para poder discutir este um tema extra-jurídico, como a teoria da evolução, tenho de ler muito, mas mesmo muito, para além de me socorrer de amigos e familiares com formação científica. Não tenho, obviamente, a presunção de conhecer todas as matérias. Em muitos casos limitar-me-ei a indicar os trabalhos dos autores criacionistas. Do mesmo modo, também tenho plena consciência de que neste tema são os criacionistas que têm o ónus da contra-argumentação, na medida em que têm que argumentar contra ideias geralmente aceites. Em todo o caso, penso que posso dar um contributo na visão da “floresta”, tendo verificado directa e pessoalmente que muitos cientistas altamente competentes com quem tenho falado estão demasiado envolvidos com a “árvore” dos seus projectos de investigação que não são capazes de olhar para além dela e questionar as premissas do evolucionismo. Nas minhas conversas com cientistas percebo que a razão pela qual a maioria é evolucionista se deve ao facto de a maioria dos cientistas serem evolucionistas.
Espero que esta discussão seja interessante tanto para evolucionistas como para criacionistas, designadamente para que ambos possam testar os seus argumentos, trocarem ideias e informação e verem se é necessário proceder a ajustamentos não só nas razões que mobilizam a favor das suas concepções, mas também no modo como vêem as concepções dos outros. Espero que alguma coisa de positivo possa acontecer com este debate. Apelo por isso a uma leitura serena e racional dos argumentos, que os ouça e compreenda antes de os julgar e condenar. Apenas chamo a atenção para o facto de que se trata aqui de uma discussão complexa, que pode demorar muito tempo, haja em vista as muitas as tarefas que nos ocupam.
(Texto entretanto revisto pelo autor)
Posted by: Jónatas Machado | setembro 22, 2006 12:38 PM
Hubble era "pura e simplesmente um advogado com gosto pela astronomia"? Que tal incluir referências? Eis uma:
Osterbrock, D.E., Brashear, R.S., and Gwinn, J.A. 1990, in Hubble Memorial Symposium A.S.P. Conference Series, ed. R. Kron.
Posted by: Jorge Maia | setembro 26, 2006 01:21 AM
Para alem de aludir que tenciona deixar claro que o evolucionismo é um "engano". Só não o faz, como nem sequer apresenta um facto cientifico que o prove e ainda insulta como ultimo refugio !Identifico-me como Evolucionista ateu e fico admirado como ainda utilizam invocações a e de "jesus" e "apostolos" provenientes da biblia (que pessoalmente considero de veracidade duvidosa, tal como os acontecimentos nela descritos, não só por ter sido escrita por seres humanos que
logo sabem mentir para proveito próprio.) entre outros para tentar refutar factos cientificos! ficando como ultimo comentário: se não existisse a "lavagem cerebral" que é efectuada a crianças muito novas sobre ensinamentos religiosos,crianças essas que posteriormente se tornam em adultos crentes numa religião, estes com muita certeza escolheriam o evolucionismo, como unico caminho lógicamente são para o futuro da nossa Espécie e provavelmente a mesma estaria mais evoluida presentemente.
Posted by: Luis Maduro | outubro 16, 2006 03:55 PM
esqueço-me de referir que sou um simples estudante!
desejod da melhor continuidade
Luis Maduro.
Posted by: Luis Maduro | outubro 16, 2006 04:00 PM
acrescento ainda que ao referir-me a "lavagem cerebral" não é o unico método utilizado e que não se focaliza apenas nas crianças. Mais Uma Vez
desejos da melhor continuidade
Luis Maduro.
Posted by: Luis Maduro | outubro 16, 2006 04:15 PM
As seguintes citações de evolucionistas significam: se estes são os amigos da evolução, a evolução não precisa de inimigos.
Estas citações falam por si e por mim.
"It is, however, very difficult to establish the precise lines of descent,
termed phylogenies, for most organisms." (Ayala, F. J. and Valentine J. W.,
Evolving: The Theory and Process of Organic Evolution, 1978, p. 230)
"Undeniably, the fossil record has provided disappointingly few gradual series.
The origins of many groups are still not documented at all." (Futuyma, D.,
Science on Trial: The Case for Evolution, 1983, p. 190-191)
"There is still a tremendous problem with the sudden diversification of
multi-cellular life. There is no question about that. That's a real
phenomenon." (Niles Eldredge, quoted in Darwin's Enigma: Fossils and Other
Problems by Luther D. Sunderland, Master Book Publishers, Santee, California,
1988, p. 45)
"Whatever ideas authorities may have on the subject, the lungfishes, like every
other major group of fishes that I know, have their origins firmly based in
nothing." (Quoted in W. R. Bird, _The Origin of Species Revisited_ [Nashville:
Regency, 1991; originally published by Philosophical Library, 1987], 1:62-63)
"The main problem with such phyletic gradualism is that the fossil record
provides so little evidence for it. Very rarely can we trace the gradual
transformation of one entire species into another through a finely graded
sequence of intermediary forms." (Gould, S.J. Luria, S.E. & Singer, S., A View
of Life, 1981, p. 641)
"It should come as no surprise that it would be extremely difficult to find a
specific fossil species that is both intermediate in morphology between two
other taxa and is also in the appropriate stratigraphic position." (Cracraft,
J., "Systematics, Comparative Biology, and the Case Against Creationism," 1983,
p. 180)
"Most families, orders, classes, and phyla appear rather suddenly in the fossil
record, often without anatomically intermediate forms smoothly interlinking
evolutionarily derived descendant taxa with their presumed ancestors."
(Eldredge, N., 1989, Macro-Evolutionary Dynamics: Species, Niches, and Adaptive
Peaks, McGraw-Hill Publishing Company, New York, p. 22)
"Species that were once thought to have turned into others have been found to
overlap in time with these alleged descendants. In fact, the fossil record does
not convincingly document a single transition from one species to another."
(Stanley, S.M., The New Evolutionary Timetable: Fossils, Genes, and the Origin
of Species, 1981, p. 95)
"Many fossils have been collected since 1859, tons of them, yet the impact they
have had on our understanding of the relationships between living organisms is
barely perceptible. ...In fact, I do not think it unfair to say that fossils,
or at least the traditional interpretation of fossils, have clouded rather than
clarified our attempts to reconstruct phylogeny." (Fortey, P. L.,
"Neontological Analysis Versus Palaeontological Stores," 1982, p. 120-121)
"Indeed, it is the chief frustration of the fossil record that we do not have
empirical evidence for sustained trends in the evolution of most complex
morphological adaptations." (Gould, Stephen J. and Eldredge, Niles, "Species
Selection: Its Range and Power," 1988, p. 19)
"The paleontological data is consistent with the view that all of the currently
recognized phyla had evolved by about 525 million years ago. Despite half a
billion years of evolutionary exploration generated in Cambrian time, no new
phylum level designs have appeared since then." ("Developmental Evolution of
Metazoan Body plans: The Fossil Evidence," Valentine, Erwin, and Jablonski,
Developmental Biology 173, Article No. 0033, 1996, p. 376)
"Many 'trends' singled out by evolutionary biologists are ex post facto
rendering of phylogenetic history: biologists may simply pick out species at
different points in geological time that seem to fit on some line of
directional modification through time. Many trends, in other words, may exist
more in the minds of the analysts than in phylogenetic history. This is
particularly so in situations, especially common prior to about 1970, in which
analysis of the phylogenetic relationships among species was incompletely or
poorly done." (Eldredge, Niles, Macro-Evolutionary Dynamics: Species, Niches,
and Adaptive Peaks, 1989, p. 134)
"The Eldredge-Gould concept of punctuated equilibria has gained wide acceptance
among paleontologists. It attempts to account for the following paradox: Within
continuously sampled lineages, one rarely finds the gradual morphological
trends predicted by Darwinian evolution; rather, change occurs with the sudden
appearance of new, well-differentiated species. Eldredge and Gould equate such
appearances with speciation, although the details of these events are not
preserved. ...The punctuated equilibrium model has been widely accepted, not
because it has a compelling theoretical basis but because it appears to resolve
a dilemma. Apart from the obvious sampling problems inherent to the
observations that stimulated the model, and apart from its intrinsic
circularity (one could argue that speciation can occur only when phyletic
change is rapid, not vice versa), the model is more ad hoc explanation than
theory, and it rests on shaky ground." (Ricklefs, Robert E., "Paleontologists
Confronting Macroevolution," Science, vol. 199, 1978, p. 59)
"Few paleontologists have, I think ever supposed that fossils, by themselves,
provide grounds for the conclusion that evolution has occurred. An examination
of the work of those paleontologists who have been particularly concerned with
the relationship between paleontology and evolutionary theory, for example that
of G. G. Simpson and S. J. Gould, reveals a mindfulness of the fact that the
record of evolution, like any other historical record, must be construed within
a complex of particular and general preconceptions not the least of which is
the hypothesis that evolution has occurred. ...The fossil record doesn't even
provide any evidence in support of Darwinian theory except in the weak sense
that the fossil record is compatible with it, just as it is compatible with
other evolutionary theories, and revolutionary theories and special creationist
theories and even historical theories." (Kitts, David B., "Search for the Holy
Transformation," review of Evolution of Living Organisms, by Pierre-P. Grassé,
Paleobiology, vol. 5, 1979, p. 353-354)
Stasis and Sudden Appearance
"Paleontologists have paid an enormous price for Darwin's argument. We fancy
ourselves as the only true students of life's history, yet to preserve our
favored account of evolution by natural selection we view our data as so bad
that we almost never see the very process we profess to study. ...The history
of most fossil species includes tow features particularly inconsistent with
gradualism: 1. Stasis. Most species exhibit no directional change during
their tenure on earth. They appear in the fossil record looking much the same
as when they disappear; morphological change I usually limited and
directionless. 2. Sudden appearance. In any local area, a species does not
arise gradually by the steady transformation of its ancestors; it appears all
at once and 'fully formed.'" (Gould, Stephen J. The Panda's Thumb, 1980, p.
181-182)
"Paleontologists are traditionally famous (or infamous) for reconstructing whole
animals from the debris of death. Mostly they cheat. ...If any event in life's
history resembles man's creation myths, it is this sudden diversification of
marine life when multicellular organisms took over as the dominant actors in
ecology and evolution. Baffling (and embarrassing) to Darwin, this event still
dazzles us and stands as a major biological revolution on a par with the
invention of self-replication and the origin of the eukaryotic cell. The animal
phyla emerged out of the Precambrian mists with most of the attributes of their
modern descendants." (Bengtson, Stefan, "The Solution to a Jigsaw Puzzle,"
Nature, vol. 345 (June 28, 1990), p. 765-766)
"Modern multicellular animals make their first uncontested appearance in the
fossil record some 570 million years ago - and with a bang, not a protracted
crescendo. This 'Cambrian explosion' marks the advent (at least into direct
evidence) of virtually all major groups of modern animals - and all within the
minuscule span, geologically speaking, of a few million years." (Gould,
Stephen J., Wonderful Life: The Burgess Shale and the Nature of History, 1989,
p. 23-24)
"The fossil record had caused Darwin more grief than joy. Nothing distressed him
more than the Cambrian explosion, the coincident appearance of almost all
complex organic designs..." (Gould, Stephen J., The Panda's Thumb, 1980, p.
238-239)
"The majority of major groups appear suddenly in the rocks, with virtually no
evidence of transition from their ancestors." (Futuyma, D., Science on Trial:
The Case for Evolution, 1983, p. 82)
"Most families, orders, classes, and phyla appear rather suddenly in the fossil
record, often without anatomically intermediate forms smoothly interlinking
evolutionarily derived descendant taxa with their presumed ancestors."
(Eldredge, (Eldredge, Niles, Macro-Evolutionary Dynamics: Species, Niches, and
Adaptive Peaks, 1989, p. 22)
"In spite of these examples, it remains true, as every paleontologist knows,
that most new species, genera, and families, and that nearly all new categories
above the level of families, appear in the record suddenly and are not led up
to by known, gradual, completely continuous transitional sequences." (Simpson,
George Gaylord, The Major Features of Evolution, 1953, p. 360)
"The gaps in the record are real, however. The absence of any record of any
important branching is quite phenomenal. Species are usually static, or nearly
so, for long periods, species seldom and genera never show evolution into new
species or genera but replacement or one by another, and change is more or less
abrupt." (Wesson, R., Beyond Natural Selection, 1991, p. 45)
"All through the fossil record, groups - both large and small - abruptly appear
and disappear. ...The earliest phase of rapid change usually is undiscovered,
and must be inferred by comparison with its probable relatives." (Newell, N.
D., Creation and Evolution: Myth or Reality, 1984, p. 10)
"Paleontologists had long been aware of a seeming contradiction between Darwin's
postulate of gradualism...and the actual findings of paleontology. Following
phyletic lines through time seemed to reveal only minimal gradual changes but
no clear evidence for any change of a species into a different genus or for the
gradual origin of an evolutionary novelty. Anything truly novel always seemed
to appear quite abruptly in the fossil record." (Mayr, E., Our Long Argument:
Charles Darwin and the Genesis of Modern Evolutionary Thought, 1991, p. 138)
"The record certainly did not reveal gradual transformations of structure in the
course of time. On the contrary, it showed that species generally remained
constant throughout their history and were replaced quite suddenly by
significantly different forms. New types or classes seemed to appear fully
formed, with no sign of an evolutionary trend by which they could have emerged
from an earlier type." (Bowler, Evolution: The History of an Idea, 1984, p.
187)
"Instead of finding the gradual unfolding of life, what geologists of Darwin's
time, and geologists of the present day actually find is a highly uneven or
jerky record; that is, species appear in the sequence very suddenly, show
little or no change during their existence in the record, then abruptly go out
of the record. and it is not always clear, in fact it's rarely clear, that the
descendants were actually better adapted than their predecessors. In other
words, biological improvement is hard to find." (Raup, David M., "Conflicts
Between Darwin and Paleontology," Bulletin, Field Museum of Natural History,
vol. 50, 1979, p. 23)
"A major problem in proving the theory (of evolution) has been the fossil
record; the imprints of vanished species preserved in the Earth's geological
formations. This record has never revealed traces of Darwin's hypothetical
intermediate variants instead species appear and disappear abruptly, and this
anomaly has fueled the creationist argument that each species was created by
God." (Czarnecki, Mark, "The Revival of the Creationist Crusade", MacLean's,
January 19, 1981, p. 56)
"Eldredge and Gould, by contrast, decided to take the record at face value. On
this view, there is little evidence of modification within species, or of forms
intermediate between species because neither generally occurred. A species
forms and evolves almost instantaneously (on the geological timescale) and then
remains virtually unchanged until it disappears, yielding its habitat to a new
species." (Smith, Peter J., "Evolution's Most Worrisome Questions," Review of
Life Pulse by Niles Eldredge, New Scientist, 1987, p. 59)
"The principle problem is morphological stasis. A theory is only as good as its
predictions, and conventional neo-Darwinism, which claims to be a comprehensive
explanation of evolutionary process, has failed to predict the widespread
long-term morphological stasis now recognized as one of the most striking
aspects of the fossil record." (Williamson, Peter G., "Morphological Stasis and
Developmental Constraint: Real Problems for Neo-Darwinism," Nature, Vol. 294,
19 November 1981, p. 214)
"It is a simple ineluctable truth that virtually all members of a biota remain
basically stable, with minor fluctuations, throughout their duration..."
(Eldredge, Niles, The Pattern of Evolution, 1998, p. 157)
"But fossil species remain unchanged throughout most of their history and the
record fails to contain a single example of a significant transition."
(Woodroff, D.S., Science, vol. 208, 1980, p. 716)
"We have long known about stasis and abrupt appearance, but have chosen to fob
it off upon an imperfect fossil record." (Gould, Stephen J., "The Paradox of
the First Tier: An Agenda for Paleobiology," Paleobiology, 1985, p. 7)
"Paleontologists ever since Darwin have been searching (largely in vain) for the
sequences of insensibly graded series of fossils that would stand as examples
of the sort of wholesale transformation of species that Darwin envisioned as
the natural product of the evolutionary process. Few saw any reason to demur -
though it is a startling fact that ...most species remain recognizably
themselves, virtually unchanged throughout their occurrence in geological
sediments of various ages." (Eldredge, Niles, "Progress in Evolution?" New
Scientist, vol. 110, 1986, p. 55)
"In other words, when the assumed evolutionary processes did not match the
pattern of fossils that they were supposed to have generated, the pattern was
judged to be 'wrong.' A circular argument arises: interpret the fossil record
in terms of a particular theory of evolution, inspect the interpretation, and
note that it confirms the theory. Well, it would, wouldn't it? ...As is now
well known, most fossil species appear instantaneously in the record, persist
for some millions of years virtually unchanged, only to disappear abruptly -
the 'punctuated equilibrium' pattern of Eldredge and Gould." (Kemp, Tom S., "A
Fresh Look at the Fossil Record," New Scientist, vol. 108, 1985, p. 66-67)
"The old Darwinian view of evolution as a ladder of more and more efficient
forms leading up to the present is not borne out by the evidence. Most changes
are random rather than systematic modifications, until species drop out. There
is no sign of directed order here. Trends do occur in many lines, but they are
not the rule." (Newell, N. D., "Systematics and Evolution," 1984, p. 10)
"Well-represented species are usually stable throughout their temporal range, or
alter so little and in such superficial ways (usually in size alone), that an
extrapolation of observed change into longer periods of geological time could
not possibly yield the extensive modifications that mark general pathways of
evolution in larger groups. Most of the time, when the evidence is best,
nothing much happens to most species." (Gould Stephen J., "Ten Thousand Acts of
Kindness," Natural History, 1988, p. 14)
"Stasis, or nonchange, of most fossil species during their lengthy geological
lifespans was tacitly acknowledged by all paleontologists, but almost never
studied explicitly because prevailing theory treated stasis as uninteresting
nonevidence for nonevolution. ...The overwhelming prevalence of stasis became
an embarrassing feature of the fossil record, best left ignored as a
manifestation of nothing (that is, nonevolution). (Gould, Stephen J.,
"Cordelia's Dilemma," Natural History, 1993, p. 15)
"Paleontologists just were not seeing the expected changes in their fossils as
they pursued them up through the rock record. ...That individual kinds of
fossils remain recognizably the same throughout the length of their occurrence
in the fossil record had been known to paleontologists long before Darwin
published his Origin. Darwin himself, ...prophesied that future generations of
paleontologists would fill in these gaps by diligent search ...One hundred and
twenty years of paleontological research later, it has become abundantly clear
that the fossil record will not confirm this part of Darwin's predictions. Nor
is the problem a miserably poor record. The fossil record simply shows that
this prediction is wrong. ...The observation that species are amazingly
conservative and static entities throughout long periods of time has all the
qualities of the emperor's new clothes: everyone knew it but preferred to
ignore it. Paleontologists, faced with a recalcitrant record obstinately
refusing to yield Darwin's predicted pattern, simply looked the other way."
(Eldredge, N. and Tattersall, I., The Myths of Human Evolution, 1982, p. 45-46)
Large Gaps
"We have so many gaps in the evolutionary history of life, gaps in such key
areas as the origin of the multi-cellular organisms, the origin of the
vertebrates, not to mention the origins of most invertebrate groups." (McGowan,
C., In the Beginning... A Scientist Shows Why the Creationists are Wrong,
Prometheus Books, 1984, p. 95)
"There are all sorts of gaps: absence of gradationally intermediate
'transitional' forms between species, but also between larger groups - between,
say, families of carnivores, or the orders of mammals. In fact, the higher up
the Linnaean hierarchy you look, the fewer transitional forms there seem to
be." (Eldredge, Niles, The Monkey Business: A Scientist Looks at Creationism,
1982, p. 65)
"It is as though they [fossils] were just planted there, without any
evolutionary history. Needless to say this appearance of sudden planting has
delighted creationists. ...Both schools of thought (Punctuationists and
Gradualists) despise so-called scientific creationists equally, and both agree
that the major gaps are real, that they are true imperfections in the fossil
record. The only alternative explanation of the sudden appearance of so many
complex animal types in the Cambrian era is divine creation and (we) both
reject this alternative." (Dawkins, Richard, The Blind Watchmaker, W.W. Norton
& Company, New York, 1996, p. 229-230)
"All paleontologists know that the fossil record contains precious little in the
way of intermediate forms; transitions between major groups are
characteristically abrupt. Gradualists usually extract themselves from this
dilemma by invoking the extreme imperfection of the fossil record." (Gould,
Stephen J., The Panda's Thumb, 1980, p. 189)
"One of the most surprising negative results of paleontological research in the
last century is that such transitional forms seem to be inordinately scarce. In
Darwin's time this could perhaps be ascribed with some justification to the
incompleteness of the paleontological record and to lack of knowledge, but with
the enormous number of fossil species which have been discovered since then,
other causes must be found for the almost complete absence of transitional
forms." (Brouwer, A., "General Paleontology," [1959], Transl. Kaye R.H.,
Oliver & Boyd: Edinburgh & London, 1967, p. 162-163)
"There is no need to apologize any longer for the poverty of the fossil record.
In some ways it has become almost unmanageably rich, and discovery is
out-pacing integration. The fossil record nevertheless continues to be
composed mainly of gaps." (Neville, George, T., "Fossils in Evolutionary
Perspective," Science Progress, vol. 48 January 1960, p. 1-3)
"The record jumps, and all the evidence shows that the record is real: the gaps
we see reflect real events in life's history not the artifact of a poor fossil
record...The fossil record flatly fails to substantiate this expectation of
finely graded change." (Eldredge, N. and Tattersall, I., The Myths of Human
Evolution Columbia University Press, 1982, p. 59, 163)
"Gaps between families and taxa of even higher rank could not be so easily
explained as the mere artifacts of a poor fossil record." (Eldredge, Niles,
Macro-Evolutionary Dynamics: Species, Niches, and Adaptive Peaks, 1989, p. 22)
"The fossil record is much less incomplete than is generally accepted." (Paul,
C.R.C, "The Adequacy of the Fossil Record," 1982, p. 75)
"Links are missing just where we most fervently desire them, and it is all too
probable that many 'links' will continue to be missing." (Jepsen, L. Glenn;
Mayr, Ernst; Simpson George Gaylord. Genetics, Paleontology, and Evolution, New
York, Athenaeum, 1963, p. 114)
"For over a hundred years paleontologists have recognized the large number of
gaps in the fossil record. Creationists make it seem like gaps are a deep, dark
secret of paleontology..." (Cracraft, in Awbrey & Thwaites, Evolutionists
Confront Creationists", 1984)
"In any case, no real evolutionist, whether gradualist or punctuationist, uses
the fossil record as evidence in favour of the theory of evolution as opposed
to special creation." (Ridley, Mark, "Who doubts evolution?" "New Scientist",
vol. 90, 25 June 1981, p. 831)
"The absence of fossil evidence for intermediary stages between major
transitions in organic design, indeed our inability, even in our imagination,
to construct functional intermediates in many cases, has been a persistent and
nagging problem for gradualist accounts of evolution." (Gould, Stephen J.,
'Is a new and general theory of evolution emerging?' Paleobiology, vol 6(1),
January 1980, p. 127)
"The curious thing is that there is a consistency about the fossil gaps; the
fossils are missing in all the important places." (Hitching, Francis, The Neck
of the Giraffe or Where Darwin Went Wrong, Penguin Books, 1982, p.19)
"If life had evolved into its wondrous profusion of creatures little by little,
Dr. Eldredge argues, then one would expect to find fossils of transitional
creatures which were a bit like what went before them and a bit like what came
after. But no one has yet found any evidence of such transitional creatures.
This oddity has been attributed to gaps in the fossil record which gradualists
expected to fill when rock strata of the proper age had been found. In the
last decade, however, geologists have found rock layers of all divisions of the
last 500 million years and no transitional forms were contained in them." (The
Guardian Weekly, 26 Nov 1978, vol 119, no 22, p. 1)
"Given that evolution, according to Darwin, was in a continual state of
motion...it followed logically that the fossil record should be rife with
examples of transitional forms leading from the less to more evolved.
...Instead of filling the gaps in the fossil record with so-called missing
links, most paleontologists found themselves facing a situation in which there
were only gaps in the fossil record, with no evidence of transformational
intermediates between documented fossil species." (Schwartz, Jeffrey H., Sudden
Origins, 1999, p. 89)
"Despite the bright promise that paleontology provides a means of "seeing"
evolution, it has presented some nasty difficulties for evolutionists the most
notorious of which is the presence of "gaps" in the fossil record. Evolution
requires intermediate forms between species and paleontology does not provide
them. The gaps must therefore be a contingent feature of the record." (Kitts,
David B., "Paleontology and Evolutionary Theory," Evolution, vol. 28, 1974, p.
467)
"A persistent problem in evolutionary biology has been the absence of
intermediate forms in the fossil record. Long term gradual transformations of
single lineages are rare and generally involve simple size increase or trivial
phenotypic effects. Typically, the record consists of successive
ancestor-descendant lineages, morphologically invariant through time and
unconnected by intermediates." (Williamson, P.G., Palaeontological
Documentation of Speciation in Cenozoic Molluscs from Turkana Basin, 1982, p.
163)
Miscellaneous
"All of us who study the origin of life find that the more we look into it, the
more we feel that it is too complex to have evolved anywhere. We believe as an
article of faith that life evolved from dead matter on this planet. It is just
that its complexity is so great, it is hard for us to imagine that it did."
(Urey, Harold C., quoted in Christian Science Monitor, January 4, 1962, p. 4)
"If living matter is not, then, caused by the interplay of atoms, natural forces
and radiation, how has it come into being? I think, however, that we must go
further than this and admit that the only acceptable explanation is creation.
I know that this is anathema to physicists, as indeed it is to me, but we must
not reject a theory that we do not like if the experimental evidence supports
it." (H.J. Lipson, F.R.S. Professor of Physics, University of Manchester, UK,
"A physicist looks at evolution" Physics Bulletin, 1980, vol 31, p. 138)
"To the unprejudiced, the fossil record of plants is in favor of special
creation. Can you imagine how an orchid, a duck weed, and a palm have come
from the same ancestry, and have we any evidence for this assumption? The
evolutionist must be prepared with an answer, but I think that most would break
down before an inquisition." (E.J.H. Corner "Evolution" in A.M. MacLeod and
L.S. Cobley, eds., Evolution in Contemporary Botanical Thought, Chicago, IL:
Quadrangle Books, 1961, at 95, 97 from Bird, I, p. 234)
"The more one studies paleontology, the more certain one becomes that evolution
is based on faith alone; exactly the same sort of faith which it is necessary
to have when one encounters the great mysteries of religion." (More, Louis T.,
"The Dogma of Evolution," Princeton University Press: Princeton NJ, 1925,
Second Printing, p.160)
"At the present stage of geological research, we have to admit that there is
nothing in the geological records that runs contrary to the view of
conservative creationists, that God created each species separately, presumably
from the dust of the earth." (Dr. Edmund J. Ambrose, The Nature and Origin of
the Biological World, John Wiley & Sons, 1982, p. 164)
"One of its (evolutions) weak points is that it does not have any recognizable
way in which conscious life could have emerged." (Sir John Eccles, "A Divine
Design: Some Questions on Origins" in Margenau and Varghese (eds.), Cosmos,
Bios, Theos, p. 203)
"I am convinced, moreover, that Darwinism, in whatever form, is not in fact a
scientific theory, but a pseudo-metaphysical hypothesis decked out in
scientific garb. In reality the theory derives its support not from empirical
data or logical deductions of a scientific kind but from the circumstance that
it happens to be the only doctrine of biological origins that can be conceived
with the constricted worldview to which a majority of scientists no doubt
subscribe." (Wolfgang, Smith, "The Universe is Ultimately to be Explained in
Terms of a Metacosmic Reality" in Margenau and Varghese (eds.), Cosmos, Bios,
Theos, p. 113)
"The origin of life is still a mystery. As long as it has not been demonstrated
by experimental realization, I cannot conceive of any physical or chemical
condition [allowing evolution]...I cannot be satisfied by the idea that
fortuitous mutation...can explain the complex and rational organization of the
brain, but also of lungs, heart, kidneys, and even joints and muscles. How is
it possible to escape the idea of some intelligent and organizing force?"
(d'Aubigne, Merle, "How Is It Possible to Escape the Idea of Some Intelli
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 17, 2006 08:48 PM
Como as citações de evolucionistas citadas acima demonstram, a teoria da evolução é baseada numa fé sem qualquer evidência empírica. Contrariamente, o criacionismo bíblico é totalmente corroborado pelos factos: 1) a matéria e a energia não se criam a eles próprios; 2) todas as explosões conhecidas criam desordem e não ordem; 3) a natureza (incluindo o DNA) está num processo de entropia; 4) a vida só vem da vida; 5) os seres vivos reproduzem-se de acordo com a sua espécie; 6) as mutações são raras e as mutações benéficas são raríssimas e não acrescentam informação complexa e especificada ao genoma; 7) o registo fóssil não documenta a evolução, etc., etc., etc.,
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 17, 2006 10:05 PM
Os criacionistas, tal como os evolucionistas, também só pretendem que os deixem trabalhar e revelar as conclusões a que têm chegado, muitas das quais, a avaliar pelas citações anteriormente expostas, estão em plena concordância com muitas das conclusões a que os evolucionistas têm chegado.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 17, 2006 10:30 PM
As citações anteriormente referidas demonstram que não é com base na evidência empírica que a teoria da evolução é aceite, mas apenas na identificação ideológica da ciência com pressuposições naturalistas. São estas que levam muitos cientistas a excluir a priori os argumentos científicos que corroboram a existência de um Criador. De resto, os próprios evolucionistas chegam a admitir o seu preconceito naturalista abertamente, como se pode ver neste exemplo:
‘Even if all the data point to an intelligent designer, such an hypothesis is excluded from science because it is not naturalistic’
Todd, S.C., correspondence to Nature 401(6752):423, 30 Sept. 1999
Sucede, porém, que negar a evidência a favor de um Criador inteligente apenas em nome da defesa de postulados aceites unicamente por razões ideológicas não é ciência. É ideologia.
O evolucionismo não é ciência. É ideologia. O mesmo é aceite contra toda a evidência, apenas porque a existência de um Criador é considerada ideologicamente insuportável, mesmo quando toda a evidência aponta nesse sentido.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 17, 2006 10:50 PM
Eu como evolucionista não interpreto a realidade da mesma maneira e pelo que consigo detectar, pesquisar e analizar pessoalmente, os creacionistas possuem um grave problema de interpretação da realidade, pois ao afirmar que o evolucionismo não é ciência é uma ideologia, pergunto-me se não é um facto que os fosseis encontrados até hoje, de antecessores na evolução da nossa especie e de outras especies existentes, nunca existiram !? Não são estes achados, provas/factos cientificos?!
Afirmar que o evolucionismo é uma fé, é outra interpretação com a qual eu não concordo, pois pela pesquisa que possuo, o termo fé está relacionado ao estado de consciencia da realidade de cada individuo, onde a educação e a "pesquisa pessoal"(palavras que eu gosto de utilizar em substituição de experiencia)são fulcrais na detecção da mesma!
Relativamente ao facto da criação ter existido e de existirmos presentemente, não iria pela interpretação que ciência não tem resposta para tudo, presentemente podem não existir recursos (tecnologias, etc...) e pesquisa que permitam explicar a criação, mas dentro da continuidade do universo, o futuro irá fornecernos as explicações e o mais importante, as provas e factos cientificos que necessitamos.
A biblia e outras obras similares(que eu identifico como excelentes romances!)não possuem argumentos e mais uma vez, provas/factos cientificos que permitam explicar a criação, pois foram escritas por individuos da nossa espécie(que possuem a capacidade de mentir e enganar para proprio proveito!), pelo que pela analise e para minha segurança prefiro esperar pela ciência.
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis Maduro | dezembro 18, 2006 04:30 PM
Pessoalmente, numa análise mais descontraida e humorada, relacionava Jesus Cristo(e todos os seus similares!) e seus feitos, a um simpático aleanigena de visita á terra numa positiva tentativa de educar os nossos antepassados!mais uma vez:
Desejos da melhor contnuidade.
Posted by: Luis Maduro | dezembro 18, 2006 04:40 PM
Pessoalmente, numa análise mais descontraida e humorada da realidade, relacionava Jesus Cristo e seus feitos, a um simpático aleanigena de visita á terra numa positiva tentativa de educar os nossos antepassados!mais uma vez:
Desejos da melhor contnuidade.
Posted by: Luis Maduro | dezembro 18, 2006 04:43 PM
Os evolucionistas detestam que os criacionistas citem evolucionistas contra a teoria da evolução. Afinal, eles continuam a ser evolucionistas apesar de dizerem abertamente que o fazem sem fundamento empírico.
Mas os nos processos controvertidos os advogados podem perfeitamente (e fazem-no frequentemente) usar os depoimentos das testemunhas da parte contrária para mostrarem as contradições dos seus depoimentos. É isso que me limito a fazer.
Mas a verdade é que salta à vista de todos que é perfeitamente possível mostrar a estultícia do modelo evolucionista sem citar um único criacionista. Os evolucionistas encarregam-se de autodestruir o seu modelo de forma bastante eloquente.
Os evolucionistas defendem que a evolução existiu apesar de não terem identificado o respectivo mecanismo nem terem documentado o processo no registo fóssil. É, evidentemente, uma questão de fé, que respeito mas, por uma questão de honestidade intelectual não posso acompanhar.
Os gradualistas refutam os saltacionistas e vice versa. Os arboreais refutam os cursoreais e vice versa. Os regionalistas refutam os multi-regionalistas e vice-versa. Os "out of Africa" refutam os "out of Asia" (e os "out of Europe") e vice versa. Os "genéticos" refutam os "ósseos" e vice-versa". Os criacionistas concordam com todas essas refutações, na medida em que todas as variantes "científicas" do evolucionismo não têm qualquer fundamento empírico e não passam de fantasias.
Além disso, ninguém consegue explicar a origem da matéria, da energia, das galáxias, das estrelas, dos cometas, do sistema solar, da Terra, da Lua, dos oceanos, da consciência, da linguagem, das diferentes línguas, para além de uns quantos modelos altamente especulativos, todos destituídos de fundamentação empírica sólida.
Do mesmo modo, não se explica como é que se cria informação complexa e especificada no genoma através de mutações aleatórias e selecção natural. De resto, os evolucionistas nada sabem dizer de certo sobre a origem do genoma, para além de umas alusões vagas e infundadas à sopa pré-biótica ou ao mundo RNA.
Depois, andam a utilizar a eventual descoberta de água em estado líquido em Marte como prova da existência de vida. Para os evolucionistas, a origem da vida parece resumir-se a um "basta juntar água"!!!
Se quiserem perder o vosso tempo com o evolucionismo, o problema é vosso. Podem chamar a isso ciência, se isso conforta o vosso ego.
Mas eu chamo a isso partir de pressupostos errados para chegar a becos sem saída.
A Bíblia, que não sendo um livro científico é a revelação de Deus, diz que o Universo e a Vida têm causas inteligentes e sobrenaturais, pelo que os mesmos nunca poderão ser explicados com base em causas irracionais e naturais.
Qualquer tentativa de sentido contrário é especulação fútil e vazia.
A Bíblia postula um Universo racional, criado por um Deus racional, para poder ser entendido por pessoas racionais, desde que o seu conhecimento assente na racionalidade do Criador e do universo criado.
A verdadeira ciência tem que partir do princípio de que o Universo foi criado por Deus e para Deus. Ela tem que pensar os pensamentos de Deus depois de Deus, como era o lema de Isaac Newton. Tudo mais não é ciência, mas sim uma tagarelice naturalista interminável e destinada a lugar nenhum.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 18, 2006 05:17 PM
O Luis Maduro devia compreender que os fósseis não falam. Eles são interpretados de acordo com modelos explicativos. Os mesmos fósseis são interpretados de forma diferente por criacionistas e evolucionistas. Como as citações acima apresentadas demonstram, os fósseis não corroboram a evolução.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 18, 2006 06:43 PM
É verdade. O registo fóssil está longe de demonstrar a evolução. Se o Luís Maduro não acreditar nos criacionistas, que tal o testemunho de um evolucionista?
‘… [the fossil record’s] incompleteness means that it is very likely that no fossil hominid yet found is on the direct line of descent to modern humans.’
– J.S. Jones, Department of Genetics and Biometry, University College London, in a book review. Nature, Vol. 345, p. 395, 31 May 1990
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 18, 2006 10:12 PM
Alguns evolucionistas admitem mesmo a tendência para o exagero na paleontologia, como aconteceu há uns anos atrás num debate entre criacionistas e evolucionistas nos Estados Unidos. Então, o Doutor Greg Kirby, na altura Senior Lecturer em Bilogia das Populações na Flinders University admitiu:
‘… not being a paleontologist, I don’t want to pour too much scorn on paleontologists, but if you were to spend your life picking up bones and finding little fragments of head and little fragments of jaw, there’s a very strong desire there to exaggerate the importance of those fragments … .
O testemunho dos próprios evolucionistas é elucidativo. A tentativa de encontrar fósseis de hominídios deu lugar a uma verdadeira corrida olímpica aos fósseis de primatas, sendo quase inexistentes os fósseis de macacos propriamente ditos. Isto mesmo foi bem observado há uns anos atrás por um evolucionista australiano. Nas suas palavras,
‘The discoverers of skulls are consequently greatly attached to, and jealous of the reputation of, their charges. It is not only that it makes the owner a top dog in the discipline of palaeoanthropology, and an avoider of the fate of perishing through not publishing; finding the oldest member of the Hominidae—the family of Man—is like winning gold at the Olympics. You can go on lecture tours, appear on television and attract corporate dollars.’
‘Having your remains pushed on to a simian side-branch is like being a gold medallist found harbouring anabolic steroids.’
Arthur Woods, The Weekend Australian, 14–15 January 1989.
Realmente muitos evolucionistas, embora não queiram acreditar na Bíblia, dão mostras de uma credulidade extrema quando confrontados com os fragmentos encontrados pelos paleontólogos e imaginativamente reconfigurados por artistas.
De facto, a única coisa que esses fragmentos demonstram é a imaginação dos artistas que os evolucionistas contratam para lhes conceberem os hipotéticos "homens macacos".
Não há dúvidas de que o testemunho dos próprios evolucionistas é elucidativo. Convido mais uma vez os leitores a lerem as citações de evolucionistas acima apresentadas e a verificarem se o maior problema é mesmo o facto de estarem "fora do contexto" como os evolucionistas, em desespero de causa, gostam de protestar, ou se há outros problemas estruturais muito mais graves.
Posted by: Anonymous | dezembro 18, 2006 10:25 PM
Alguns evolucionistas admitem mesmo a tendência para o exagero na paleontologia, como aconteceu há uns anos atrás num debate entre criacionistas e evolucionistas nos Estados Unidos. Então, o Doutor Greg Kirby, na altura Senior Lecturer em Bilogia das Populações na Flinders University admitiu:
‘… not being a paleontologist, I don’t want to pour too much scorn on paleontologists, but if you were to spend your life picking up bones and finding little fragments of head and little fragments of jaw, there’s a very strong desire there to exaggerate the importance of those fragments … .
O testemunho dos próprios evolucionistas é elucidativo. A tentativa de encontrar fósseis de hominídios deu lugar a uma verdadeira corrida olímpica aos fósseis de primatas, sendo quase inexistentes os fósseis de macacos propriamente ditos. Isto mesmo foi bem observado há uns anos atrás por um evolucionista australiano. Nas suas palavras,
‘The discoverers of skulls are consequently greatly attached to, and jealous of the reputation of, their charges. It is not only that it makes the owner a top dog in the discipline of palaeoanthropology, and an avoider of the fate of perishing through not publishing; finding the oldest member of the Hominidae—the family of Man—is like winning gold at the Olympics. You can go on lecture tours, appear on television and attract corporate dollars.’
‘Having your remains pushed on to a simian side-branch is like being a gold medallist found harbouring anabolic steroids.’
Arthur Woods, The Weekend Australian, 14–15 January 1989.
Realmente muitos evolucionistas, embora não queiram acreditar na Bíblia, dão mostras de uma credulidade extrema quando confrontados com os fragmentos encontrados pelos paleontólogos e imaginativamente reconfigurados por artistas.
De facto, a única coisa que esses fragmentos demonstram é a imaginação dos artistas que os evolucionistas contratam para lhes conceberem os hipotéticos "homens macacos".
Não há dúvidas de que o testemunho dos próprios evolucionistas é elucidativo. Convido mais uma vez os leitores a lerem as citações de evolucionistas acima apresentadas e a verificarem se o maior problema é mesmo o facto de estarem "fora do contexto" como os evolucionistas, em desespero de causa, gostam de protestar, ou se há outros problemas estruturais muito mais graves.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 18, 2006 10:26 PM
Uma dica importante para perceber a mentalidade evolucionista. Sempre que é anunciada um novo fóssil que aparentemente corrobora a evolução (mas que mais tarde se vem a perceber que o não faz) trata-se, subliminarmente, de uma estratégia para pedir a manutenção ou o reforço do financiamento à investigação.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 18, 2006 11:03 PM
Eu não tenho culpa(tal como nenhum evolucionista tem!) que os creacionistas não consigam, ou não queiram detectar a realidade como ela é. (que se resume a factos por ordem cronológica, dentro do espaço tempo continuo, se ajudar!) Factos que são interpretados de maneira diferente pelos creacionistas, sendo ignorados como factos e o seu significado lógico é excluído parcialmente, (sempre parcialmente...) tal como acontece com as citações de cientistas, para atingir o objectivo de desacreditar o evolucionismo como ciência.
Mais uma vez, não iria pela interpretação que ciência (onde se inclui o evolucionismo e a pesquisa pela origem do universo) não tem resposta para tudo, presentemente podem não existir recursos (tecnologias, etc...) e pesquisa que permitam explicar a criação, mas dentro da continuidade do universo, no futuro, a ciência irá fornecer-nos as explicações e o mais importante, as provas e factos científicos que necessitamos, que resumidamente tem sido o que aconteceu no decorrer do tempo, desde a sua existência.
Relativamente á "fé" não acrescento mais ao que escrevi anteriormente pois não detecto como necessário, ficando a sua interpretação á capacidade de cada um.
Em síntese, espero que os creacionistas não estejam á espera, que se encontrem fosseis pertencentes a cada estágio do percurso evolutivo da nossa espécie, a nível de rigor do nano segundo! Pois essa prova\ facto é impossível de existir.( peço que não me citem e interpretem parcialmente, mas sim o completo significado lógico do texto!).
Mais uma vez, relativamente á biblia, Corão e outras obras literárias do género; estas não possuem o rigor,lógica e provas/factos científicos que as corrobem, apenas citações de fontes, que na devida época tiveram o devido impacte, conhecido até hoje, mas na corrente época não têm enquadramento na realidade.
Desejos da melhor continuidade
Posted by: Luis M. G. A. V. Maduro | dezembro 19, 2006 01:22 PM
A Bíblia afirma que o Universo foi criado intencional e racionalmente por Deus. Não querendo acreditar na Bíblia, porque a sua apregoada "sofisticação intelectual" não permite, os evolucionistas tentam demonstrar inutilmente que o mesmo surgiu por acaso.
No entanto, deparam-se inescapavelmente com um milagre, visto que a lei física da conservação da energia nos diz que a energia e a matéria não se causam a elas próprias.
É assim que o melhor que Paul Davies consegue dizer, no seu livro The Edge of Infinity sobre a suposta origem naturalista do Universo é:
“[o big bang] representa a suspensão instantânea das leis da física, um relâmpago súbito de anomia que tornou possível que algo surgisse a partir do nada. Ele representa um verdadeiro milagre…”
Não está nada mal, para quem gosta de apregoar que os milagres narrados na Bíblia são um mito.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 01:53 PM
É uma simples análise dos factos, onde o creacionismo não pode apresentar provas/factos cientificos,porque estes não existem! Na esperança de não ter de repetir o que escrevi anteriormente, a biblia e o corão são apenas documentos escritos por seres humanos, nenhum crente numa religião seja ela islâmica ou católica possui uma prova ou facto cientifico do que afirma, para alem da propria biblia, corão, etc!(Os mesmos que são educados desde criança a aceitar a religião, sem livremente desenvolverem analises e raciocinios pessoais relativamente ao assunto.)
Sendo assim restam of factos provenientes da pesquisa cientifica do evolucionismo e as existentes teorias relativas á criação, estas mesmas tornam-se a forma de conhecimento lógicamente são e seguro para o futuro evolutivo da espécie(pelo menos na minha opinião!)
Desejos da mehor continuidade.
Posted by: Luis M. G. A. V. Maduro | dezembro 19, 2006 03:26 PM
Esta confissão de Sten Odenwald, (Doutor em Astrofísica e Cientista Chefe na Raytheon STX Corp do NASA Goddard Space Flight Center, também é muito sugestiva para aqueles que gostam de pensar que a ciência conseguiu demonstrar que o Universo não necessita de um Criador sobrenatural:
“Eu tive muito gosto em anunciar que os astrónomos não têm a mais pequena evidência da suposta produção quântica de um universo a partir de um nada primordial.”
The Astronomy Café, 1998, p. 120.
A Bíblia diz que Deus criou o Universo. Se assim foi, a sua origem não pode ser explicada de outra maneira.
Até ver, ela ainda não foi explicada de outra maneira.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 03:38 PM
De facto, o criacionismo não está em condições de apresentar evidências de evolução porque elas não existem. De resto, qualquer leitor razoável pode concluir das confissões dos próprios evolucionistas, essas evidências não existem.
Os evolucionistas desenvolvem os seus raciocínios. Mas há dois problemas: 1) as premissas estão erradas e 2) os factos não se coadunam com os seus raciocínios.
Vejamos o caso específico dos dinossauros. Sobre a extinção existem mais de 50 teorias diferentes e nenhuma é conclusiva. Mas o problema é mesmo a origem dos dinossauros. Sobre esta questão quais são as "evidências" avançadas pelos evolucionistas?
Nenhumas!
Vejamos:
“A questão da origem dos dinossauros tem confundido os paloentólogos desde há muitos anos.”
The Illustrated Encyclopedia of Dinosaurs, Dr. David Norman, 1985, p. 186.
“De onde vieram os dinossauros? Esta questão aparentemente simples tem sido objecto de intenso debate entre os cientistas há mais de 150 anos,…”
The Natural History Museum Book of Dinosaurs, 1998, p. 12.
Realmente só um evolucionista crédulo como o Luis Maduro se impressiona com estas "evidências".
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 03:55 PM
Mas continuemos. Pelos vistos o Luis Maduro está muito impressionado com as provas/factos que a ciência tem avançado e que, em seu entender, relegam a Bíblia para o estatuto de mito. É o que eu chamo a ingenuidade evolucionista!
A Bíblia diz que Deus criou a Vida.
O que diz a ciência? Que provas/factos avança?
Vejamos o que dizem os especialistas na matéria:
“A origem da vida é igualmente um teimoso problema, sem solução à vista ….”
Franklin M. Harold, Professor de Bioquímica e Biologia Molecular, Colo State U., The Way of the Cell, 2001, p. 235
“A mais simples célula viva nunca poderia ter surgido por acaso.”
Johnjoe McFadden (Evolutionista & Professor de Biologia Molecular e Física Quântica), Quantum Evolution, 2000, p. 85.
Na verdade, o que dizem os especialistas sobre a probabilidade de a vida surgir por acaso? Qual é a sua resposta? Vejamos o que dizem vários cientistas insuspeitos:
“efectivamente zero”
Bernard Lovell (Ph.D. Astronomia), In the Centre of Immensities
“nunca pode ter sido sintetizada, em qualquer tempo”
Francis Crick, Life Itself: Its Origin and Nature.
“Zero”
Robert Gange, Ph.D. (investigação em cryofísica e sistemas de infomação), Origins and Destiny
Realmente, só um evolucionista crédulo como o Luis Maduro se pode deixar impressionar com estas provas!! Pessoalmente, ecomendo mais cuidado com esses raciocínios errados e essas conclusões precipitadas. Quando a probabilidade de a vida surgir por acaso é zero, para mim isso só pode significar que a mesma não surgiu por acaso. E para o Luis Maduro?
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 04:19 PM
bem!!! ser um evolucionista credulo até é um excelente elogio!
Relativamente ao afirmar ao que a "biblia" diz..., teria de repetir outra vez o que escrevi!(pessoalmente é obra/criação de seres humanos não de um deus e nâo possuem provas/factos cientificos da existencia do mesmo!)
Tambem não me vou repetir sobre o que já escrevi, relativamente aos outro assuntos e espero que esteja a existir um debate e não uma competição, onde quem escrever por ultimo ganha!
Desejos de melhor continuidade.
Posted by: Luis M.G.A.V. Maduro | dezembro 19, 2006 07:17 PM
Evolucionista crédulo é um elogio, na medida em que só mediante uma grande fé destituída de qualquer evidência empírica é possível ser evolucionista.
A sua opinião sobre a Bíblia não é fundamentada. A verdade é que a Bíblia afirma que Deus criou o Universo e a Vida de acordo com a sua espécie e a ciência humana não consegue demonstrar o contrário. Portanto, até ver, a Bíblia ganha aos pontos!
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 08:16 PM
Além disso, meu caro Luis Maduro, o facto de a probabilidade de a vida ter surgido por acaso ser virtualmente zero é um argumento inteiramente razoável a favor da ideia de que Deus criou a vida. Ou não é? Que outra probabilidade seria mais adequada a corroborar a minha posição?
É claro que um evolucionista crédulo como o Luis Maduro semore acreditará que a vida surgiu por acaso mesmo que a probabilidade disso acontecer seja zero. Ninguém pode exceder a fé dos evolucionistas crédulos como o Luis Maduro. Ele é um verdadeiro crente.
Isso mesmo reconheceu o teórico da informação Hubert Yockey quando afirmou:
‘The origin of life by chance in a primeval soup is impossible in probability in the same way that a perpetual machine is in probability. The extremely small probabilities calculated in this chapter are not discouraging to true believers … [however] A practical person must conclude that life didn’t happen by chance.’
Hubert Yockey, Information Theory and Molecular Biology, Cambridge University Press, 1992, p. 257.
O Luis Maduro é um verdadeiro homem de fé. Só que a fé em si mesma não salva, se se basear em pressupostos errados. A fé do Luis Maduro e dos evolucionistas leva-os a rejeitarem toda a teoria das probabilidades, na medida em que, se a mesma vale alguma coisa, ela corrobora a criação e desmente a evolução. Os criacionistas são bem mais racionais e mais práticos.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 19, 2006 08:30 PM
Pessoalmente eu não acredito que o universo tenha sido criado por acaso, mas pela lógica e para a minha segurança prefiro esperar pelos factos da explicação cientifica!(pela minha pesquisa e repetindo-me, é o estado de consciencia mais logicamente são e seguro!)
Relativamente ao afirmar que faltam evidencias empiricas e racionalidade ao evolucionismo! As provas/factos e pesquisas cientificas que corrobam o evolucionismo estão disponiveis para qualquer um as pesquisar! Detecto que é bastante perigoso,ingenuo e demonstra falta de capacidade lógico/racional ignora-los. (Talvez o Jónatas Machado deve-se informar-se acerca deles!)
O Jónatas Machado volta a afirmar que: "...biblia afirma que deus criou o universo.." como se a biblia fosse uma identidade/existencia ou possui-se algum valor logico/racional, que servisse de prova /facto cientifico no mundo, que por sua vez se insere na continua realidade ! Repetindo-me, não se deve ignorar a existencia de outras obras similares (corão,etc..)que tambem afirmam a criação, e nenhuma possui as provas/factos cientificos.
Mais não vou repetir, do que já escrevi anteriormente, pois não detecto como necessário, ficando a sua interpretação á capacidade/vontade de cada um.
Posted by: Luis M. G. A. V. Maduro | dezembro 20, 2006 10:16 AM
Numa análise pessoal se o universo na sua origem for uma criação, uma imcompleta pesquisa minha, leva-me á conclusão que o mesmo foi criado por um ser do sexo masculino e outo do feminino, por motivos de equilibrio(talves escreva a minha biblia/corão um dia destes!)mas apesar de todas as probablidades prefiro esperar pelos factos provenientes da pesquisa cientifica e sua consequente explicação.
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis M. G. A. V. Maduro | dezembro 20, 2006 10:35 AM
Só Deus é que pode dizer como foi criado o Universo. Ele é a única testemunha ocular da Criação, porque participou activamente nela.
Nenhum cientista estava lá para ver. Os cientistas hoje só podem apresentar modelos interpretativos especulativos baseados em observações feitas hoje por cientistas de hoje.
Não existe nenhum método para confirmar com segurança se as extrapolações feitas hoje para o passado distante são correctas. Portanto, O Luis Maduro bem pode esperar sentado pela resposta definitiva sobre a origem do Universo.
De resto, como é que poderemos alguma vez ter a certeza de que sabemos tudo o que há para saber e observámos tudo o que há para saber? Como é possível ter a certeza absoluta que temos a verdade científica se as teorias científicas, por definição, são conjecturais e provisórias? Nunca saberemos isso concerteza, se Deus não nos revelar. E Ele revelou. A sua palavra é definitiva. Os cientistas estão sempre a mudar as suas teorias sobre as origens. A Bíblia só tem uma coisa a dizer.
A teoria da evolução não tem evidências nenhumas. Todas as supostas evidências deixam de o ser logo que sejam examinadas com atenção.
Se quiser, dê-me exemplos dessas supostas evidências que eu me encarrego de lhe demonstrar a sua insuficiência. Conheço muito bem os argumentos dos evolucionistas. Basta ler as citações anteriores para ter uma boa ideia do respectivo mérito intrínseco.
Não existe nenhum relato da antiguidade comparável ao relato bíblico do Génesis. Todos os demais relatos da antiguidade apresentam um Deus antropomórfico ou zoomórfico.
Só o Génesis apresenta um Deus espiritual, eterno, autodefinido como EU SOU AQUELE QUE É, muito para além do espaço, do tempo, da matéria, da energia e da informação.
Mesmo o Corão nada mais faz, em matéria de origens, do que repetir o relato bíblico. Deve lembrar-se que o Corão foi produzido mais de 2000 anos depois do relato do Génesis e incorpora, no essencial, esse relato.
Os eventos narrados na Bíblia, como o nascimento de Cristo, foram, de longe, os que mais influência tiveram na história da humanidade.
Mesmo o Corão se refere a Abraão, aos profetas do antigo testamento e a Jesus Cristo.
Além disso, o relato Bíblico do Génesis permanece actual no século XXI. É apenas graças a ele que podemos compreender exactamente o que se passa no Médio Oriente, com Israel.
Só a Bíblia nos permite compreender porque é que, nos noticiários de todos os dias, nacionais e internacionais, Israel permanece no centro das atenções e por que é que as duas religiões abraamicas se digladiam hoje.
Diferentemente, os demais relatos da antiguidade não têm nenhuma actualidade e utilidade hoje.
Ou seja, até em matéria de relevância interpretativa para a actualidade a Bíblia bate a concorrência aos pontos!
Portanto, Luis Maduro, antes de propor a sua própria bíblia, pense bem no que vai fazer.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 01:48 PM
Os evolucionistas, como o Vasco Barreto ou o Luis Maduro, gostam muito de sustentar a superioridade epistemológica do evolucionismo e descartar a Bíblia como mito, como um mero livro humano, etc. No entanto, basta ler a literatura evolucionista recente para descobrir que muitos evolucionistas se mostram incomodados com o paradigma evolucionista, o qual se apresenta demasiado dúctil para explicar o que quer que seja. Veja-se o comentário recentemente publicado numa revista científica não propriamente criacionista:
"Further, Darwinian explanations for such things are often too supple: Natural selection makes humans self-centered and aggressive—except when it makes them altruistic and peaceable. Or natural selection produces virile men who eagerly spread their seed—except when it prefers men who are faithful protectors and providers. When an explanation is so supple that it can explain any behavior, it is difficult to test it experimentally, much less use it as a catalyst for scientific discovery.’
Philip Skell, ‘Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology’, The Scientist 19(16):10, 29 August 2005.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 02:23 PM
O Vasco Barreto propõe-se combater o criacionismo com base no teste da verificação empírica. Podem crêr que isso me assusta muito! Na verdade, o evolucionismo é muito superior empiricamente do que o criacionismo.
~
Será? Será mesmo assim? A resposta, a avaliar por Richard Dawkins, parece ser sim, não, talvez, antes pelo contrário.
De facto, para Dawkins,
"Evolution has been observed. It’s just that it hasn’t been observed while it’s happening.’
‘Battle over evolution’ Bill Moyers entrevista Richard Dawkins, Now, 3 de Dezembro, 2004, PBS network
Nada mal para um teste de verificação empírica: a evolução foi observada. Só não foi observado enquanto acontecia. E esta? É por estas e por outras que quando o Vasco Barreto fala no teste da verificação empírica eu fico cheio de medo!
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 02:33 PM
Muitos evolucionistas pensam que o evolucionismo resulta de uma análise objectiva e neutra dos factos, não percebendo como o evolucionismo não é mais do que o resultado da aplicação de pressupostos naturalistas na interpretação dos factos.A explicação criacionista dos factos obserbváveis é muito mais racional e consistente, como vimos acima quando tratámos da origem do Universo e da probabilidade da vida surgir por acaso.
No entanto, aqui e ali alguns evolucionistas vão admitindo que o seu trabalho é fortemente condicionado por pressuposições (as quais muitas vezes permanecem ocultas ao observador menos experiente). Isso mesmo foi recentemente reconhecido por um anti-criacionista militante (por sinal mal sucedido no seu anti-criacionismo).
Vejamos:
"At this point, it is necessary to reveal a little inside information about how scientists work, something the textbooks don't usually tell you. The fact is that scientists are not really as objective and dispassionate in their work as they would like you to think. Most scientists first get their ideas about how the world works not through rigorously logical processes but through hunches and wild guesses. As individuals they often come to believe something to be true long before they assemble the hard evidence that will convince somebody else that it is. Motivated by faith in his own ideas and a desire for acceptance by his peers, a scientist will labor for years knowing in his heart that his theory is correct but devising experiment after experiment whose results he hopes will support his position.
Boyce Rensberger, How the World Works, William Morrow, NY, 1986, pp. 17–18.
Ou seja, os evolucionistas não podem criticar os criacionistas de assentarem as suas investigações na fé, na medida em que eles próprios fazem a mesma coisa. De facto, é a fé na criação ou a fé na evolução (ambas não observadas, nem repetíveis, nem susceptíveis de experimentação) que leva uns e outros a construirem os seus modelos explicativos e a interpretarem as evidências a partir deles. Mas os factos são os mesmos, quer para uns quer para outros. Não existe, assim, nenhuma evidência da criação ou da evolução. O que existe é uma maneira criacionista e evolucionista de intepretar a evidência. Depois, vem a questão de saber qual das duas interpretações é que melhor se adequa aos dados observáveis, permitindo a sua explicação e a elaboração de previsões.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 03:01 PM
De resto, recentemente os evolucionistas têm vindo a dar a mão à palmatória e a reconhecer que, à semelhança do criacionismo, também o evolucionismo assenta em postulados estrutural-funcionalmente análogos aos postulados religiosos. Na verdade, o evolucionismo é uma religião.
Assim, o debate entre criação e evolução não é fé e religião, mas sim entre duas visões essencialmente religiosas do mundo e da ciência que se repercutem na investigação,análise e interpretação dos factos.
Isso mesmo foi recentemente reconhecido pelol filósofo evolucionista Michael Ruse.
Nas suas palavras:
"Evolution is promoted by its practitioners as more than mere science. Evolution is promulgated as an ideology, a secular religion—a full-fledged alternative to Christianity, with meaning and morality. I am an ardent evolutionist and an ex-Christian, but I must admit that in this one complaint—and Mr [sic] Gish is but one of many to make it—the literalists are absolutely right. Evolution is a religion. This was true of evolution in the beginning, and it is true of evolution still today.
‘… Evolution therefore came into being as a kind of secular ideology, an explicit substitute for Christianity.’
Ruse, M., "How evolution became a religion: creationists correct?" National Post, pp. B1,B3,B7 May 13, 2000.
É por estas e por outras que quando alguém, como o Vasco Barreto, se propõe fazer a demonstração empírica da evolução a minha primeira interrogação é: será que ficou atolado nos dogmas pseudo-ciéntíficos do século XIX?
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 03:16 PM
Além disso, a ciência não pode deixar de ter um forte conteúdo especulativo, nomeadamente quando trata a questão da origem do Universo e da Vida, facto que ninguém viu.
Um dos mais conhecidos astrofísicos, Stephen Hawkin, o famoso cientista da cadeira de rodas que fala com o auxílio de uma máquina, tem sido acusado pelos seus próprios colegas de ser, acima de tudo, um especulativo com uma imaginação fértil.
Isso mesmo afirma Roger Welsh:
“At any rate, almost everything in Hawking’s book is based on his fertile imagination and logical speculation, with almost no visible evidence or proof. This appears to differentiate his work from fiction, which is almost always based on obvious, demonstrable fact. In another way, however, physics is a lot like fiction or income tax calculating, in that when there is a conflict between the world and an intellectual construct, the author adjusts the world to fit an imagined plot.”
Roger L. Welsch, “Astrophys Ed”, Natural History, February 1994, pp. 24, 25
Isto corrobora os criacionistas quando afirmam que só Deus é que nos pode dar a revelação autorizada do que sucedeu, na medida em que só Ele esteve presente. Tudo o que os cientistas podem fazer, quando pretendem saber a origem do Universo e da Vida, é especular sem nunca terem a certeza absoluta de que conseguiram uma resposta definitiva, na medida em que a ciência é, por definição, provisória. Isso significa que só Deus pode revelar a verdade absoluta. Ou a aceitamos, ou a rejeitamos. Mas se rejeitarmos a verdade de Deus, nunca teremos outra que se lhe possa comparar.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 03:35 PM
O evolucionismo é realmente uma fé sem factos. Isso mesmo reconheceu o prémio Nobel da biologia Ernst Chain, quando afirmou:
"To postulate that the development and survival of the fittest is entirely a consequence of chance mutations seems to me a hypothesis based on no evidence and irreconcilable with the facts. These classical evolutionary theories are a gross oversimplification of an immensely complex and intricate mass of facts, and it amazes me that they are swallowed so uncritically and readily, and for such a long time, by so many scientists without a murmur of protest."
apud, "Was Darwin Wrong?," Francis Hitching, LIFE, April 1982, p.50
Na verdade a especulação também é a essência do evolucionismo: 1) não encontraram o mecanismo da evolução; 2) não encontraram evidências de evolução no registo fóssil.
Contudo, apesar da ausência de evidências no mundo real, os evolucionistas continuam a ter fé na evolução e a acusar de irracionalismo quem considere que a inexistência de um mecanismo de evolução e a inexistência de evidência no registo fóssil é evidência mais do que conclusiva de que a evolução pura e simplesmente não aconteceu e que a criação especial, a única alternativa à evolução, foi o que de facto aconteceu. Só o preconceito ideológico pode levar à negação do óbvio.
A verdade é que permanece inteiramente verdadeira a afirmação de que:
"Nobody has produced even a species by the selection of micromutations"
Richard B. Goldschmidt, AMERICAN SCIENTIST, v. 40, 1952, p.94}
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 07:23 PM
Para além de não haver evidência fóssil de evolução, existe imensa evidência fóssil de que não houve evolução: os "fósseis vivos".
Estes consistem naquelas espécies que se pensava estarem extintas há milhões de anos mas que afinal se descobre estarem vivas e serem iguais aos seus congéneres fossilizados. Estes esqueceram-se de evoluir. E existem centenas deles.
Sobre os "fósseis vivos", o conhecido evolucionista Niles Eldreged reconhece, no seu estudo sobre fósseis, que os mesmos não se adequam ao modelo evolucionista, dizendo:
"...there seems to have been almost no change in any part we can compare between the living organism and its fossilized progenitors of the remote geological past. Living fossils embody the theme of evolutionary stability to an extreme degree. ....We have not completely solved the riddle of living to an extreme degree. ....We have not completely solved the riddle of living fossils. " FOSSILS, 1991, 101, 108
Ou seja, a evidência fóssil corrobora a criação recente e não a evolução. Os fósseis vivos não são assim tão antigos como isso nem evoluiram. Assim se compreende que os seres vivos sejam idênticos aos fossilizados. Exactamente o que o criacionismo bíblico afirma.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 07:33 PM
Mas o teste da verificação empírica da evolução é particularmente intrigante. A mesma demonstra apenas a imaginação criativa e especulativa dos evolucionistas. Porque os fósseis, em si mesmos, parecem bem mais raros:
The main problem in reconstructing the origins of man is lack of fossil evidence: all there is could be displayed on a dinner table." - New Scientist 20 May 1982 pg 491.
"The vast majority of artist's conceptions are based more on imagination than on evidence..Artists must create something between an ape and a human being; the older the specimen is said to be, the more ape-like they make it." - "Anthro Art", Science Digest April 1981 pg 41
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 07:43 PM
É por essas e por outras que o evolucionismo nada trouxe de bom à ciência. O mesmo só se mantém graças ao declínio da integridade científica. Não sou eu que o digo. Isso mesmo foi há décadas reconhecido na introdução à obra de Charles Darwin a Origem das Espécies (cujo título em si mesmo é enganoso porque com base no livro em si mesmo ficamos sem perceber qual foi, de facto a origem das espécies).
"The success of Darwinism was accompanied by a decline in scientific integrity.”
W.R.Thompson, “Introduction” Origin of Species, 1956
Daí que os criacionistas tenham muito gosto em sê-lo, sendo dificilmente impressionáveis pelos assomos especulativos e as acrobacias argumentativas dos evolucionistas.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 07:56 PM
Tanto basta para demonstrar que o evolucionismo é uma "memória inventada", destituída de qualquer fundamento. Daí que todo o pensamento pseudo-intelectual que se ergue sobre o evolucionismo careça igualmente de fundamento. É puro flatus vocis, apesar da altivez com que se apresenta ao público incauto ser inversamente proporcional ao nonsense em se corporiza.
O evolucionismo não tem uma na sua base uma explicação naturalista plausível para a origem do universo, da vida, das diferentes espécies animais, do ser humano, da consciência, da linguagem, etc. Grandes afirmações carecem de grandes provas.
O evolucionismo não tem nada disso. Daí que seja inteiramente racional e razoável concluir que o Universo e a Vida tiveram uma origem sobrenatural e inteligente. É exactamente isso que a Bíblia diz. E vários milhares anos depois ninguém conseguiu desmenti-la, ainda que muitos, de forma ignorante e inconsciente, a releguem para o estatuto de mero mito, posição também ela destituída de qualquer fundamento.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 20, 2006 09:38 PM
Devemos ter em mente o facto de que os registos históricos mais antigos de que há conhecimento têm cerca de 4300 anos, aproximadamente.
Isso significa que para além desse horizonte, em que não existe memória escrita, cada um procura reconstruir a (pré-)história a partir de indícios. Estes, porque não falam por si, são necessariamente interpretadados, mesmo inconscientemente, de acordo com a visão do mundo do historiador.
E então, das duas uma: uns constroem a história antiga de acordo com uma memória inventada, como é o caso dos evolucionistas. Estes limitam-se a fazer observações no presente sobre factos observáveis no presente e a extrapolar para o passado distante (que nunca viram nem podem ver).
Mas a verdade é que nem os fósseis, nem as rochas, nem os isótopos trazem em si mesma qualquer data inscrita. Os mesmos são interpretados de acordo com pressuposições aceites a priori, muitas delas indemonstráveis.
Mesmo as alegadas observações astronómicas sobre o "início" do universo baseiam-se em pressuposições uniformitaristas sobre a velocidade da luz inpossíveis de provar e de que muitos hoje duvidam.
Outros, diferentemente, constroem a história a partir de uma memória revelada. É este o caso dos criacionistas. Os mesmos edificam sobre a revelação daquele que É eternamente: o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim. Deus é realmente a única fonte fidedigna do que aconteceu. Nenhum cientista, não tendo estado lá na origem do Universo e da Vida, pode competir com a revelação divina. Deus tem a memória autêntica do que se passou, que transmitiu os seres humanos criados à sua imagem e semelhança. Todavia, se estes se rebelarem contra Deus e rejeitarem, corromperem ou ignorarem a sua memória revelada, o mais que podem fazer é especular, imaginar, inventar.
Ambas as memórias, a inventada e a revelada, conduzem a visões completamente diferentes da realidade.
Em boa medida, o debate entre evolução e criação reduz-se ao confronto entre a memória inventada e a memória revelada.
O problema, é que ao afastar-se de Deus, ao rejeitar a sua revelação e as evidências da sua obra criadora, o homem aproxima-se inescapavelmente dos animais, como bem demonstra a teoria da evolução.
Mas isso não é novo. Já o Apóstolo Paulo escrevia isso, há quase dois mil anos atrás, no primeiro capítulo da sua carta aos Romanos. Vale a pena ler:
"Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis;porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos,
e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si;pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém."
A única solução é rejeitar a memória inventada e aceitar a memória revelada.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 21, 2006 11:00 AM
Sem querer ofender, mas algumas afirmações que faz são irracionais!
A ciencia tem progredido/evoluido com a continuidade do tempo, acompanhando a nossa evolução,( e estando dependente da mesma!)fornecendo-nos as repostas que necessitamos através de factos e pesquisa cientifica(principalmente nestas aéras que considero mais importantes:medicina fisica,matematica e Engenharia genetica!), o que é mais um facto; sem elas não poderiamos estar no mesmo estágio evolutivo em que nos encontramos,(o mesmo que permite que tenhamos este pseudo-debate recorrendo ao patamar tecnologico presente.)sendo bastante lógico que no futuro nos forneça a reposta através de uma prova/facto cientifico, sobre a existencia do universo, como tem sucedido naturalmente e comummente em todas outras áreas.
O jónatas Machado interpreta-me ignorando o significado lógico e factual que eu lhe transmiti, para alem de repetir o que afirma, em todos os comentários que eu já lhe respondi e como deve ter capacidade para compreender, não vou repetir o que escrevi anteriormente em resposta,(o qual ignorou!)
pois parece-me que deseja que eu me repita constantemente, com o intuito de me gozar!
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis M.G.A.V. Maduro | dezembro 21, 2006 02:02 PM
O Luis Maduro ignora alguns pontos básicos:
1) a evolução da ciência não tem nada a ver com a evolução das espécies, na medida em que não resulta da adicção de informação genética ao genoma, mas sim da acumulação de informação ao longo de séculos;
2) O desenvolvimento científico ocorreu nos países mais influenciados pelo Cristianismo e, particularmente, pela reforma Protestante que enalteceu o papel fundacional da Bíblia.
3) Os pais da ciência moderna, desde Galileu, Kepler, Newton, Maxwell, Pasteur, etc., eram criacionistas.
4) Os criacionistas não se opõem ao desenvolvimento científico e tecnológico baseado na ciência operacional, que se debruça sobre factos observáveis e repetíveis.
5) Os criacionistas apenas dizem que não existe nada de observável, repetível ou experimentável que corrobore a evolução;
6) O Luis Maduro confunde ciência operacional com ciência histórica, parecendo não perceber que nunca nenhum cientista presenciou a criação ou a evolução.
7) O desenvolvimento científico e tecnológico só demonstra que a complexidade só aumenta através da acção intelligente e sistemática. É precisamente através da acção sistemática e inteligente de Deus que foi criado o Universo e a Vida em toda a sua complexidade.
8) O Luis Maduro diz que os meus argumentos são irracionais, mas não adianta mais do que isso. Diferentemente, eu demonstrei que os evolucionistas são irracionais porque sustentam crenças sem apoio nenhum de relatos de testemunhas oculares ou de factos científicos.
9) Os evolucionistas limitam-se a dizer que os criacionistas são isto ou aquilo, mas a pobreza dos seus argumentos e das suas inferências é inacreditável.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 01:11 PM
Ao Pesquisarmos uma nova vacina que nos permite adquirir imunidade a uma doença letal, esse acontecimento é uma evolução (a nivel geral na espécie e a nivel sociológico/medecina sendo mais especifico!), tal como ao pesquisar uma tecnologia nova de TAC (Medicina), e´uma evolução que ocorre na espécie pois ambos são provenientes das necessidades que a especie tem e da sua inteligencia e pesquisa !
O jónatas Machado interpreta-me ignorando o significado lógico e factual que eu lhe transmiti e respondi em questoes que me poz anteriores , para alem de repetir o que afirma nelas e em todos os comentários que eu já lhe respondi. Como deve ter capacidade para compreender, não vou repetir o que escrevi anteriormente em resposta,(o qual ignorou!)
pois parece-me que deseja que eu me repita constantemente, com o intuito de me gozar!
Posted by: Luis M.G.A.V.Maduro | dezembro 22, 2006 01:51 PM
A ideia de que os evolucionistas são racionais e os criacionistas são irracionais é mais outra das evidências da irracionalidade estrutural do evolucionismo. Se não, vejamos.
Como é que o evolucionismo pode ser racional? A teoria da evolução (no sentido amplo e naturalista do termo) propõe-nos um universo que surgiu e se desenvolveu por acaso, de forma aleatória, tendo dado lugar à vida e ao ser humano, que também terá surgido por acaso e de forma aleatória. Como é que se pode esperar que um tal Universo seja organizado, complexo e racional? Como é que se pode esperar que esse Universo seja matematimente e computacionalmente inteligível?
Além disso, a teoria da evolução sugere que o ser humano é capaz de conhecer esse universo, embora os seus pensamentos sejam o resultado de reacções qúímicas cerebrais aleatórias. Onde é que existe lugar aqui para a razão ou para a racionalidade? Se somos apenas poeira cósmica e se os nossos pensamentos são determinados por estados cerebrais ou pulsões genéticas, como podemos saber se somos racionais?
Como poderemos saber, além do mais, que existe um "Eu" dentro e para além da matéria e das moléculas que nos constituem?
Diferentemente, a Biblia propõe-nos um Universo racional, criado por um Ser racional, apto a ser melhor compreendido por seres racionais (criados à imagem e semelhança de Deus) através do esforço sistemático e racional. Foi com base nos axiomas bíblicos que a ciência moderna se desenvolveu no mundo cristão ocidental.
Como se pode ver, até em matéria de racionalidade a Bíblia bate o evolucionismo aos pontos!!
Não admira que a ciência moderna se tenha primeiramente desenvolvido nos países onde a Bíblia era mais lida e considerada. De resto, o país cientificamente mais avançado na actualidade, os Estados Unidos, foi também o pais mais influenciado, desde a sua origem, por um cristianismo intensamente baseado na leitura da Bíblia e não na tradição escolástica de matriz platónica e aristotélica.
Como se vê, a Bíblia em si mesma nunca foi um obstáculo ao conhecimento científico.
De resto, os cientistas têm chegado á conclusão que que a Terra parece ter sido colocada no lugar mais privilegiado e com melhor vista para o Universo, como se Deus a tivesse configurado deliberadamente para permitir a investigação científica dos seres humanos.
Recomendo ao Luis Maduro e a todos os leitores o recente livro do astrofísico norte-americano Guillermo Gonzalez:
The Privileged Planet: How our Place in the Cosmos was Designed for Discovery, Março de 2004.
Este livro pode ser encomendado pela amazon.com.
Ele corrobora tudo aquilo que acabo de dizer. (O mesmo
é apenas um dos vários livros que recentemente têm acentuado o paradigma pós-coperniciano, isto é, o carácter único e singular da Terra por oposição aos demais planetas conhecidos.)
E isso não admira. A Bíblia afirma que os Céus manifestam a glória de Deus. Daí que seja inteiramente razoável pensar que Deus tivesse colocado a Terra no lugar que em maior medida permite a observação dos céus.
Como se vê, também em matéria de racionalidade o evolucionismo mostra a sua indigente pobreza. A Bíblia, pelo contrário é o fundamento da racionalidade. Deus é descrito como LOGOS, razão.
Não é certamente por acaso que o DNA é o sistema de armazenamento de informação mais complexo e sofisticado que se conhece, que os cientistas todos, do passado e do presente, não conseguem nem de longe igualar. De que outra evidência necessitam os criacionistas quando dizem que a Vida foi criada por um Ser racional?
Só um Deus racional, autodescrito como Razão, pode constituir um fundamento plausível para a racionalidade humana.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 01:58 PM
Não percebo como é que a inteligência e a pesquisa podem ser invocados para demonstrar a evolução aleatória. Será este mais um exemplo da racionalidade evolucionista? Os leitores que tirem as suas conclusões.
Evolução do conhecimento é uma coisa (necessita de inteligência e informação). Evolução biológica é outra (de acordo com os evolucionistas não necessita de inteligência nem de informação). Não vejo qual a relação racional entre uma coisa e outra.
Além de os cientistas nunca terem criado vida nem nenhuma espécie nova através da sua pesquisa, a investigação científica e o desenvolvimento tecnológico se querem ser realmente bem sucedidos a prazo não podem deixar nada ao acaso. É evidente, portanto, que a actividade científica não pode ser usada para tentar dar um estatuto de cientificidade à teoria da evolução, que ela manifestamente não merece.
A ciência operacional depende dos postulados do intelligent design. É por o ser humano ter sido criado à imagem de Deus que tem capacidade para investigar e criar. Mas mesmo assim, fica muito aquém do Criador.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 02:14 PM
De resto, a íntima relação entre o Cristianismo é o desenvolvimento da ciência tem sido reconhecida por muitos observadores qualificados. Eis um exemplo:
"But some will object, ‘If we allowed appealing to God anytime we don’t understand something, then science itself would be impossible, for science proceeds on the assumption of natural causality.’ This argument is a red herring. It is true that science is not compatible with just any form of theism, particularly a theism that holds to a capricious god who intervenes so often that the contrast between primary and secondary causality is unintelligible. But Christian theism holds that secondary causality is God’s usual mode and primary causality is infrequent, comparatively speaking. That is why Christianity, far from hindering the development of science, actually provided the womb for its birth and development.
Moreland, J. P., Christianity and the Nature of Science: A Philosophical Investigation, Baker Book House Company, Grand Rapids, Michigan, 1989, p. 226.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 03:10 PM
Começo a desconfiar que o o Jónatas Machado nem leu os comments que escrevi! O que torna o debate inultil e aborrecido...
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis M. G. A. V. Maduro | dezembro 22, 2006 04:24 PM
Os leitores poderão ler os seus comentários e as minhas respostas e tirar conclusões sobre se li ou não li. Continuo a perceber em que é que a investigação sobre a TAC ou as vacinas corrobora a evolução. Essa investigação é aleatoria? É produto do acaso? Cria vida a partir de matéria inorgânica? Cria alguma espécie nova? O que é que uma coisa tem que ver com a outra?
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 07:42 PM
É claro que quis dizer que continuo sem perceber a relação entre vacinas e TAC e a evolução.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 07:44 PM
É claro que, nesta quadra natalícia, em que se celebra o nascimento de Jesus Cristo, Deus connosco, deveríamos talvez perdoar Charles Darwin, na medida em o mesmo estava limitado pelo paradigma científico naturalista do século XIX e não fazia a mais pequena ideia da quantidade de informação complexa e especificada contida no núcleo das células, relativamente às quais estava convencido que as mesmas não passavam de protoplasma indiferenciado. O que podemos dizer com certeza é que Darwin estava errado mas, ainda assim, conseguiu e tem conseguido induzir muitas pessoas em erro.
De resto, o próprio Darwin ao menos teve o bom senso de admitir, numa carta a Asa Gray, o carácter altamente especulativo e não científico das suas conjecturas. Numa formulação que um criacionista dificilmente poderia exceder, Charles Darwin disse:
“…I am quite conscious that my speculations run beyond the bounds of true science….It is a mere rag of an hypothesis with as many flaw[s] & holes as sound parts.” citado em Adrian Desmond and James Moore, Darwin, (New York: W.W. Norton and Company, 1991) pp. 456, 475.
Ainda assim, e apesar de todo o espírito de perdão característico da quadra natalícia, relembro que a anterior citação do Apostolo Paulo, que já há dois mil anos atrás dizia que a evidência de design na natureza é tão esmagadora que os naturalistas e evolucionistas (que naquele tempo já os havia, como era o caso dos epicuristas) não tinham desculpa.
Ainda hoje muitos se auto-intitulam darwinistas ou neo-darwinistas apesar do total fracasso empírico do evolucionismo desde a sua origem até aos nossos dias, recentemente sublinhado pelo Biólogo Michael Denton:
“Nowhere was Darwin able to point to one bona fide case of natural selection having actually generated evolutionary change in nature….Ultimately, the Darwinian theory of evolution is no more nor less than the great cosmogenic myth of the twentieth century.”
Michael Denton, Evolution: A Theory in Crises (Bethesda, Maryland: Adler & Adler, 1986) pp. 62, 358.
Os evolucionistas gostam de dizer, sem qualquer evidência empirica, que a Bíblia é um conjunto de mitos e lendas.
No entanto, começa a avolumar-se a evidência de que o darwinismo, esse sim, é inteiramente mítico e mitológico. Trata-se de um conto de fadas para adultos. E não são só os "fundamentalistas" que o dizem. Um número crescente de vozes vem dizendo:
“I believe that one day the Darwinian myth will be ranked the greatest deceit in the history of science.” Søren Løvtrup, Darwinism: The Refutation of a Myth (New York: Croom Helm, 1987), p. 422
“Evolutionism is a fairy tale for grown-ups. This theory has helped nothing in the progress of science. It is useless.” Louis Bounoure. The Advocate, 8 March 1984, p. 17.
Como se vê, entre a memória inventada do evolucionismo e a memória revelada do criacionismo, há muito boas razões para desconfiar da memória inventada.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 22, 2006 08:20 PM
Somos uma espécie em evolução, logo lógicamente evoluimos, seja a nivel de micro ou macro evolução.
Com a nossa evoluçâo, os nossos utensilios , conhecimentos e até genetica tambem evoluiram dentro do espaco tempo continuo em ordem cronológica(evoluimos da idade do bronze para a idade do ferro, etc... sendo os pequenos exemplos do meu comentário anterior, um facto que se pode analisar e constatar, para alem de responderem ao que o Jonatas Machado afirmou ser um ponto básico num comentário anterior:"1) a evolução da ciência não tem nada a ver com a evolução das espécies, na medida em que não resulta da adicção de informação genética ao genoma, mas sim da acumulação de informação ao longo de séculos".
O que eu estou a comunicar é, que toda a descoberta que a espécie humana fez(tenha ela sido obtida através de pesquisa cientifica ou não), como o fogo, a roda, o computador, a internet, etc... São fruto da evolução da propria especie.
Não podemos separar a "evolução do conhecimento" e "evolução biologica" pois estão interligadas e ambas só acontecem porque a espécie humana evolui!(por necessidade, querer, e etc...) A pesquisa para o tratamento e cura da sida mais um exemplo\facto que se pode analisar e constatar.
Neste comentário fui o mais simples e lógico que pude, e detecto que para um evolucionista e´ simples de comprender, o que escrevi mas desconfio que por multiplos factores um creacionista numca conseguirá compreender!Mais Uma vez, o jónatas Machado interpreta-me ignorando o significado lógico e factual do que eu lhe comuniquei em reposta a questoes que me poz, nos comentários anteriores!Repetindo o que afirma nelas. Como deve ter capacidade para compreender, não vou repetir o que escrevi anteriormente em resposta,(o qual ignorou!)´
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis M.G.A.V.Maduro | dezembro 23, 2006 11:32 AM
A afirmação de que somos uma espécie em evolução dá como demonstrado o que é preciso demonstrar.
Os evolucionistas não sabem explicar a origem da vida, não conseguiram ainda determinar o mecanismo da evolução e não conseguiram identificar vestígios da evolução no registo fóssil, como eles mesmo reconhecem (v. citações de evolucionistas anteriores) Daí que só uma fé cega possa levar o Luis Maduro a insistir na sua. Mas já vimos que é impossível exceder a fé do Luis Maduro, juntamente com a respectiva cegueira.
Invocar o progresso científico e tecnológico, que é o resultado de inteligência e de informação, para como prova da evolução biológica, supostamente acidental e aleatória, é uma confusão de categorias inacreditável. A mesma não tem lógica nenhuma.
O progresso técnico não explica como é que a vida surgiu por acaso e como é que surge informação genética nova que codifique novas estruturas e funções e dê lugar a espécies totalmente novas. Ora é isso que a teoria da evolução das espécies não conseguiu explicar. O progresso científico em si mesmo não cria informação genética nova e portanto não garante que o ser humano esteja a evoluir.
Para além de não ter uma resposta para a origem da vida, não ter determinado o mecanismo da evolução e não ter conseguido reunir evidências da evolução no registó fóssil, a teoria da evolução, enquanto processo supostamente aleatório, nada tem a dizer sobre a investigação científica, que é a actividade humana em que maiores quantidades de inteligência e informação são necessárias.
Os engenheiros, quando pretendem construir uma máquina não se limitam a meter as peças numa caixa, a apontar um maçarico com fogo para fornecer energia e a agitar até que por acaso uma máquina surja.
Pelo contrário, os mesmos procuram integrar de forma cuidadosa as diferentes peças para que, uma vez reunidas, as mesmas cumpram uma função que sozinhas nunca conseguiriam cumprir. Por exemplo, um Airbus A380 tem vários milhões de peças e nenhuma delas voa. As mesmas só voam se forem cuidadosamente integradas com base em inteligência e informação.
Ora, a célula humana é muito mais complexa do que um Airbus A380, e todos os cientistas de mundo juntos não conseguem criar uma a partir de químicos inorgânicos. E mesmo que o conseguissem, isso seria uma evidência, não da evolução, mas de que só a acção inteligente, sistemática e racional é que consegue criar uma célula humana.
A investigação científica só é possível porque o ser humano é criado à imagem e semelhança de Deus. Nenhuma outra espécie animal produz investigação científica.
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 23, 2006 06:09 PM
Sem querer ofender, se o Jónatas Machado se informa-se sobre o evolucionismo na actualidade e o ponto em que nos encontramos, não faria as afirmações ridiculas que tem feito!(tentei evitar ser eu a informa-lo, relativamente a este assunto desde á bastante tempo!).
O jónatas Machado interpreta-me ignorando o significado lógico e factual que eu lhe transmiti e respondi em questoes que me poz anteriores , para alem de repetir o que afirma nelas e em todos os comentários que eu já lhe respondi.O que torna o debate inultil e aborrecido... sendo assim retiro-me do debate e de fazer mais comentários.
Desejos da melhor continuidade.
Posted by: Luis M.G.A.V.Maduro | dezembro 23, 2006 07:57 PM
Tudo bem. O veredicto cabe aos nosso leitores. Acabo com uma avaliação recente da teoria da evolução dada pelos próprios evolucionistas:
“Everybody knows that organisms get better as they evolve. They get more advanced, more modern, and less primitive. And everybody knows,” according to Dan McShea (who has written a paper called “Complexity and Evolution: What Everybody Knows”), “that organisms get more complex as they evolve.”…
“The only trouble with what everyone knows, says McShea, an evolutionary biologist at the University of Michigan, is that there is no evidence it’s true.”
Dan McShea, “Onward and Upward?” by Lori Oliwenstein, Discover, June 1993, p. 22
Posted by: Jónatas Machado | dezembro 23, 2006 09:07 PM
Vale a pena mostrar como a teoria da evolução tem sido
objecto de tanta controvérsia dentro dos próprios sector evolucionista a ponto de muitos reconhecerem que neste momento não existe uma teoria da evolução plausível. Isto mesmo foi reconhecido há uns anos atrás na apresentação do editor de um conhecido livro sobre o evolucionismo:
‘The interpretation of evolution is in a state of upheaval: the rapid advancement of Molecular Biology has led into question many of the tenets of Darwinism and neo-Darwinism which, although valuable approaches at the time they were formulated, never fulfilled the criteria demanded by real scientific theories… In the author’s opinion, no real theory of evolution can be formulated at present.’
Evolution Without Selection, by A. Lima-de Faria, Esevier Science publishing Co. Inc., New York (NY) USA, 1988
Como se vê, não são só os criacionistas bíblicos como eu que dão azo a dúvidas se terá havido evolução. Para além de não existir evidência fóssil da mesma, também não existe um mecanismo evolutivo suficientemente convincente.
Para os criacionistas, isso é evidencia mais do que suficiente de que os evolucionistas andam há muito a tentar demonstrar a ocorrência de algo que verdadeiramente só ocorreu nas suas cabeças, mas não no mundo real.
Na verdade, os evolucionistas acreditam na evolução apesar de não terem uma explicação para a origem naturalista da vida, de não terem conseguido precisar o mecanismo da evolução, de não existir evidência da evolução no registo fóssil, e da evidência existente no registo fóssil (v.g. centenas de "fósseis vivos")corroborar a inexistência de evolução. Isto significa que acreditam em algo sem qualquer fundamento.
O problema é que essas fantasias são ensinadas nas escolas públicas com base em argumentos falaciosos (v.g. tentilhões dos Galápagos), já refutados (v.g. Lucy, Archaopteryx; Ambulocetus) ou deliberadamente fraudulentos (v.g. embriões de Haeckel). Desse modo, os nossos jovens são encorajados a anular as suas próprias capacidades de crítica. De facto, os evolucionistas não gostam nada que se critique a evolução propriamente dita. para eles, pode-se discutir livremente a evolução apenas se não se puser em causa a própria evolução. Os ditos livres pensadores tornaram-se escravos de uma fantasia da qual não se conseguem libertar. Daí a importância das palavras de Jesus Cristo, o Criador do Universo: "se conhecerdes a verdade, a verdade vos libertará. Eu sou a Verdade!"
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 2, 2007 03:34 PM
Os evolucionistas, na sua patética altivez intelectual, comprazem-se em acusar os criacionistas de acreditarem em Deus sem qualquer evidência empírica. Para eles, a fé é um sentimento meramente subjectivo, sem qualquer correspondência objectiva com o mundo real.
Quão profundamente enganados estão os evolucionistas!
Eles é que têm que fazer as maiores acrobacias intelectuais quando confrontados com a realidade dos factos.
Se não, vejamos como os evolucionistas confrontam o DNA. Um texto evolucionista muito recente sobre os segredos do DNA diz tudo:
"DNA's simple and elegant structure -- the "twisted ladder," with sugar-phosphate chains making up the "rails" and oxygen- and nitrogen-containing chemical "rungs" tenuously uniting the two halves -- seems to be the work of an accomplished sculptor.
Yet the graceful, sinuous profile of the DNA double helix is the result of random chemical reactions in a simmering, primordial stew. Just how nature arrived at this molecule and its sister molecule, RNA, remains one of the greatest -- and potentially unsolvable -- scientific mysteries"
Citado a partir de, Physorg.com. 2006. Uncovering DNA's "sweet" secret. October 3, 2006.
Para os criacionistas a complexidade e a elegância da dupla hélice do DNA, com capacidade para armazenar quantidades inacreditáveis de informação, é exactamente o que resulta racional e logicamente da noção de que a vida foi criada por um Deus omnipotente o omnisciente que se autodescreve como LOGOS, RAZÃO, VERBO. Os criacionistas não têm qualquer dificuldade em enfrentar os factos.
Para os evolucionistas, pelo contrário, essa complexa estrutura e elegante terá surgido por acaso (suposição meramente especulativa sem qualquer fundamento empírico), embora a sua origem permaneça um mistério da natureza, possivelmente sem solução científica.
Por aqui se vê, mais uma vez, que a fé dos criacionistas bão é cega. Antes é amplamente confirmada pelas observações científicas em si mesmas.
Os evolucionistas, mesmo vendo que o DNA tem todas as características de uma bela e bem sucedida escultura, são levados a especular sobre a sua origem acidental, não por falta de evidências de design inteligente, mas apesar dessas evidências.
A verdade é que nem os cientistas todos juntos, trabalhando ao longo de várias décadas, conseguiram produzir qualquer coisa de remotamente semelhante.
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 3, 2007 11:49 AM
Os evolucionistas deveriam compreender que o seu sistema naturalista e materualista é um “non starter”, à luz das leis científicas universalmente aceites.
A lei da conservação da energia afirma que em todos os processos os componentes que entram são equivalentes aos que saem, ainda que com mudança de forma. Mas a totalidade da massa, da energia, etc., mantem-se constante. Nada pode ser criado ou destruído. Esta é a primeira lei da termodinâmica. A mesma tem uma natureza quantitativa.
A segunda lei da termodinâmica é a lei da entropia ou do decaimento. Embora a totalidade da massa e da energia permaneça a mesma, a utilidade dos componentes diminui. Isto significa que existirá uma perda de calor ou de informação. É por isso que os cientistas extrapolam e dizem que o Universo caminha para uma “morte de calor” (ou, em rigor, uma morte fria). A quantidade permanece a mesma, mas a qualidade vai diminuindo.
Isso significa, obviamente, que não se sabe como é que a matéria e a energia podem ter surgido do nada, na medida em que não se conhece nenhum processo através do qual a matéria e a energia se causem a elas mesmas.
Criar algo a partir do nada é impossível. Não se conhece qualquer processo que o permita. E no entanto, nós aqui estamos.
Isso significa que a nossa origem só pode ter tido uma causa em processos que actualmente não podemos observar. Podemos observar a conservação da energia e a entropia, mas a criação de matéria e de energia só pode ter tido outra explicação, que não a conservação e a entropia. Isso é inteiramente consistente com a ideia de que Deus criou o Universo, numa semana de Criação muito especial e absolutamente singular, usando processos criativos não observáveis actualmente num contexto físico dominado pela conservação e pela entropia.
Por outro lado, a lei da entropia diz-nos que a matéria e a energia não podem ser infinitamente antigos, sob pena de já ter ocorrido a morte quente. Ou seja, o Universo deve ter tido um princípio e, dadas a informação e a energia ainda utilizáveis que actualmente existem, esse princípio não pode ter sido há um tempo excessivamente longo.
Ora, se o Universo teve um princípio e se não se pode ter causado a ele próprio, segue-se que só pode ter tido uma causa exterior, autónoma, a partir de algo que não teve um princípio nem, por esse motivo, necessita de uma causa anterior e superior. Esse algo é Deus, eterno, infinito, omnipotente e omnisciente. Tal como a Bíblia ensina.
Tanto basta para demonstrar que o criacionismo, ao contrário do evolucionismo naturalista, é perfeitamente consistente com as leis científicas da conservação da energia e da entropia.
A evolução é que tenta, em vão, “furar” estas leis.
Sucede, porém, que hoje temos a certeza de que o próprio DNA é vítima dessa mesma entropia.
Nem o Universo surgiu do nada, nem a vida surgiu de químicos inorgânicos, nem as mutações aleatórias criam informação genética complexa e especificada, a despeito das especulações fantasiosas (porém destituídas de qualquer fundamento empírico) dos evolucionistas.
É irónico, pois, que os evolucionistas acusem os criacionistas de não serem científicos, quando a Criação é perfeitamente consistente com as leis científicas em vigor (criadas por Deus) e a evolução naturalista é que pretende contornar essas leis (ainda que sem o conseguir).
Uma outra lei que os evolucionistas pretendem contornar é a lei da causalidade, que diz que todos os efeitos físicos têm que ter uma causa. Qual teria sido a causa do Big Bang? Qual a causa da partícula infintesimal ou ovo cósmico que terá explodido? De onde é que ele veio? O que terá causado a alegada explosão? É evidente que ninguém sabe, porque ninguém estava lá para ver e pura e simplesmente nada disso ocorreu.
Segue-se que só um Deus eterno, infinito, espiritual, omnipotente, omnisciente, para além do espaço, do tempo, da matéria, da energia,da informação, subrraído à operação das leis da física (que Ele próprio criou) é que pode ser o causador de um Universo infinitamente grande, cheio de interrelações, pleno de energia, cheio de informação complexa e especificada.
Do mesmo modo, só um Deus vivo é que pode ter sido a causa da vida.
Só um Deus pessoal é que pode ter sido a causa da nossa personalidade.
Só um Deus comunicativo é que pode ser a causa da linguagem e da comunicação.
Só um Deus emocional é que pode ter sido a causa dos nossos sentimentos e emoções.
Só um Deus sensível pode ter sido a causa do belo.
Só um Deus moral é que pode ser a causa da moralidade.
Só um Deus justo é que pode ser a causa do castigo pela nossa violação da Suas leis morais.
Só um Deus amoroso é que pode ter levado sobre si, em Jesus Cristo, a punição pela violação dessas leis morais que impendia sobre nós.
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 3, 2007 10:42 PM
Não existe nenhuma explicação naturalista para a origem da matéria e da energia e para a origem da vida. É tão simples como isso. Isso significa que o modelo evolucionista do Universo e da Vida e da respectiva origem não tem fundamento.
O melhor que os evolucionistas conseguem é dizer que a complexidade especificada contida no DNA surge por mutações aleatórias e selecção natural. Isto, evidentemente, sem qualquer fundamento empírico, na medida em que não existe qualquer evidência de que as mutações acrescentem complexidade especificada ao genoma, ou de que as mesmas possam explicar a existência de diferentes espécies humana, animais e vegetais.
As virtualidades "mágicas" das mutações são uma fantasia evolucionista, desmentida pelos factos. As mutações são esmagadoramente deletérias e muitas vezes são letais. As mutações benéficas são raras, não são seleccionáveis e não acrescentam informação complexa e especificada ao genoma.
Mas mesmo as mutações, para além de não acrescentarem informação complexa e especificada ao genoma, pressupõem a existência prévia de vida. E a verdade é que não existe vida simples. Toda a vida é extremamente complexa. Sabe-se hoje que mesmo os olhos das trilobites são uma maravilha da engenharia, aplicando muitos conceitos físicos e matemáticos extremamente complexos. Daí que as possibilidades de a vida surgir por acaso sejam pura e simplesmente zero. O próprio Francis Crick reconheceu e escreveu isso, como já tive ocasião de salientar noutro sítio.
A Bíblia afirma que a vida só pode vir da vida, e é isso mesmo que se pode observar. Os cientistas evolucionistas bem tentam provar a abiogénese, mas a natureza só lhes mostra a biogénese.
Os criacionistas afirmam, pela fé, que Deus criou o Universo e a Vida. Os evolucionistas não oferecem qualquer alternativa naturalista plausível. As leis da conservação e da entropia não explicam a criação nem do Universo nem da Vida.
Os evolucionistas gostam muito de fantasiar em torno dos sistemas abertos e do fornecimento de energia. Mas de que vale a energia se não existir previamente um sistema de conversão de energia? De que valem as radiações cósmicas sem a camada protectora de ozono?. De um modo geral, a energia só por si é destrutiva.
Se uma pessoa se expuser durante muito tempo ao Sol a única coisa que evolui é um cancro na pele. Se a pessoa puser os dedos numa tomada de electricidade duvido que sofra mutações benéficas que criem informação complexa e especificada nova no seu genoma. Se as plantas não tiverem previamente montado um sistema de conversão da energia (v.g. fotosíntese) é a sua própria existência que está irremediavelmente comprometida.
Mesmo os automóveis demonstram que de nada vale deitar gasolina para um tanque se não existir um sistema de conversão de energia. A energia, por si só, é destrutiva. Mais uma vez se vê que os evolucionistas vivem claramente no mundo da fantasia, totalmente alienados da realidade dos factos.
A verdade é que a segunda lei da termodinâmica se aplica a todos os sistemas, abertos e fechados, garantindo que as coisas materiais não são eternas. O Sol perde energia, as estrelas estão se a apagar e mesmo os seres vivos, por mais expostos que estejam à energia solar, acabam por morrer. Os carros enferrujam e as nossas roupas deterioram-se. Todos os anos gastamos milhões de euros a tentar contrariar os efeitos da segunda lei da termodinâmica (v.g. reparações de carros, aviões, navios, casas, sapatos, etc; conta da farmácia). Em última análise, todos os compostos químicos tendem a desintegrar-se em formais mais simples. A tendência natural é para a ordem criar caos, a complexidade dar lugar à simplicidade e a informação dar lugar ao ruído.
Justiça seja feita aos evolucionistas que dão a mão à palmatória, mesmo pondo em causa a base dos seus próprios argumentos, como é o caso do conhecido evolucionista e anti-criacionista ferrenho, Isaac Asimov:
"Another way of stating the second law then is, 'The universe is constantly getting more disorderly!' Viewed that way we can see the second law all about us. We have to work hard to straighten a room, but left to itself it becomes a mess again very quickly and very easily. Even if we never enter it, it becomes dusty and musty. How difficult to maintain houses, and machinery, and our own bodies in perfect working order: how easy to let them deteriorate. In fact, all we have to do is nothing, and everything deteriorates, collapses, breaks down, wears out, all by itself - and that is what the second law is all about."
[Isaac Asimov, "In the Game of Energy and Thermodynamics You Can't Even Break Even", Smithsonian Institution Journal (June 1970), p. 6]
Continua o mesmo Asimov:
"The Second Law of Thermodynamics states that the amount of available work you can get out of the energy of the universe is constantly decreasing. If you have a great deal of energy in one place, a large intensity of it, so that you have a high temperature here and a low temperature there, then you can get work out of that situation. The smaller the difference in temperature, the less work you can get out of it. Now, according to the Second Law of Thermodynamics, there is always a tendency for the hot areas to cool off and the cool areas to warm up -- so that less and less work can be obtained out of it. Until finally, when everything is one temperature, you cannot get any work out of it, even though all the energy is still there. And this is true for EVERYTHING in general, the universe all over."
Isaac Asimov, The Origin of the Universe in the ORIGINS: How the World Came to Be video series (PO Box 200, Gilbert AZ 85299 USA: Eden Communications, 1983).
Ou seja, o Universo, na sua totalidade, está a caminho de uma morte quente (ou fria, se se quiser). A matéria e a energia não se causaram a elas próprias (porque isso é proibido pela lei da conservação da energia) nem se conseguem renovar a elas próprias (porque isso é proibido pela lei da entropia).
Para que um embrião humano ou animal se desenvolva não basta energia. É necessária a pré-existência de um código com a informação portadora de inúmeras instruções altamente complexas e especificadas, que tenha o seu próprio sistema de conversão da energia. Sem isso, não há desenvolvimento da vida. De resto, isso mesmo foi reconhecido pelo biólogo evolucionista, falecido há alguns meses atrás, Ernst Mayr.
Nas suas palavras,
"Living organisms, however, differ from inanimate matter by the degree of complexity of their systems and by the possession of a genetic program… The genetic instructions packaged in an embryo direct the formation of an adult, whether it be a tree, a fish, or a human. The process is goal-directed, but from the instructions in the genetic program, not from the outside. Nothing like it exists in the inanimate world."
Ernst Mayr, em Roger Lewin, "Biology Is Not Postage Stamp Collecting," Science, Vol. 216, No. 4547 (May 14, 1982), pp. 718-720, citação da p. 719
Os evolucionistas não conseguem apresentar um sistema com capacidade e energia suficientes para contrariar a segunda lei da termodinâmica. Ela só pode ser contrariada através de códigos contendo informação e sistemas de conversão da energia. Ernst Mayr afirma que a vida requer um programa genético. Os criacionistas chamam a atenção para o facto de que um programa extremamente complexo como o DNA, com quantidades inimagináveis de informação complexa e especificada, requer, naturalmente, um programador extremamente inteligente (para gerar tanta informação) e poderoso (para a armazenar e utilizar). Deus é esse programador. Não é por acaso que na Bíblia ele é apresentado como VERBO, RAZÃO e não como um conceito mítico da religião popular, como os evolucionistas, evidenciando uma clara cultura "pimba" gostam de proclamar.
Dizer que basta juntar energia para haver evolução é uma fantasia que faz tanto sentido como dizer que basta apontar um maçarico com fogo a um conjunto de peças de metal para surgir um Airbus A380. É preciso ter muita paciência para lidar com este tipo de argumentos.
Os evolucionistas só conseguem contrariar as leis da conservação da energia e da entropia na sua própria cabeça, desenvolvendo uma atitude desesperada de negação dos factos. É a fuga para a frente, contra as leis da causalidade, da conservação da energia, da entropia, da biogénese, das probabilidades, da teoria da informação, etc.
Os evolucionistas gostam de insistir na ideia de que os criacionistas confudem as questões. É mais um sinal do profundo autismo evolucionista. Mas isso não é obviamente verdade, nem esconde o facto óbvio de que os evolucionistas não têm resposta para as questões fundamentais da origem do Universo, da Vida e do Homem, para além de fantasias inacreditavelmente erróneas e absurdas.
Todas as especulações evolucionistas são destituídas de fundamento. Como diz a Bíblia, "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos".
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 4, 2007 10:33 AM
Existe mais no mundo do que a leitura unilateral e propagandista da senhora Eugenie Scott, a mesma que disse que o criacionismo não devia ser ensinado nas escolas públicas americanas, sob pena de os alunos deixarem de acreditar no evolucionismo (o que não deixa uma sugestiva admissão da força dos argumentos criacionistas e da fraqueza dos argumentos evolucionistas!).
Nas suas palavras:
“In my opinion, using creation and evolution as topics for critical-thinking exercises in primary and secondary schools is virtually guaranteed to confuse students about evolution and may lead them to reject one of the major themes in science.”
Citado em, Larry Witham, Where Darwin Meets the Bible, p. 23, Oxford University Press, 2002
Curiosamente, esta evolucionista militante, bem conhecida dos criacionistas, reconheceu que o criacionismo bíblico era mais científico do que o “intelligent design”, na medida em que avança com uma leitura alternativa e consistente de todas as disciplinas científicas (v.g geologia, paleontologia, astronomia, astrofísica, física, química, biologia, genética, genética das populações, antropologia, história, arqueologia, linguística, estatística demográfica, teoria do design, teoria da informação, matemática, teoria das probabilidades, ética, hermenêutica bíblica) diferentemente do que faz o “intelligent design”, que se centra fundamentalmente na biologia e na astronomia (mas não só).
Polémicas à parte, parece-me útil que os leitores possam ter acesso a uma contraposição das duas perspectivas em presença: criacionista e evolucionista. A mesma encontra-se disponível no site de uma organização criacionista brasileira, referenciada no fim do artigo.
ORIGENS: DOIS MODELOS
Cristiano Silva Neto
ABPC (Impacto.com.br)
Introdução
Até meados do século passado, o mundo civilizado vivia sob forte influência do cristianismo. A teologia era considerada a "rainha" das ciências. Cristãos eram criacionistas que jamais ousavam por em dúvida as Escrituras.
Num universo de idéias tão fechadas, não foi fácil a escalada evolucionista. No que diz respeito às origens do universo e da vida, por exemplo, não se admitia outra forma de pensar que não fosse compatível com a narrativa bíblica da criação.
Gradualmente, porém, após a publicação do livro de Darwin, a opinião pública começou a mudar. Primeiro foram os círculos científicos, depois as rodas intelectuais e então, indistintamente, todas as camadas sociais.
Desde então, a filosofia dominante tem sido a evolucionista. Em escolas e universidades, em jornais e revistas, o evolucionismo é apresentado , não como uma hipótese, mas como um fato cientificamente comprovado, impenetrável a qualquer outra forma de pensamento.
Em conseqüência, o novo universo das idéias se mostrou tão fechado quanto o anterior, quando cristãos defendiam sua forma de pensar com argumentos estritamente religiosos. Hoje, não crer na evolução é, na opinião dos evolucionistas, negar o óbvio, desconhecer os fatos científicos mais elementares.
Apesar disso, nas últimas décadas, alguns cientistas têm corajosamente feito oposição ao evolucionismo: são os criacionistas, que afirmam poder sustentar cientificamente esta posição. Tais homens de ciência afirmam não estar longe o dia em que a evolução será ensinada nas escolas, não como um fato, mas como a grande falácia dos séculos XIX e XX.
Temos, portanto, dois modelos das origens, o criacionista e o evolucionista, que se propõem a explicar o surgimento da vida, a diversidade de formas em que esta se apresenta, o nascimento do sistema solar, das galáxias, do universo como um todo.
Examinaremos, aqui, esses dois modelos de que o homem tem se utilizado para tentar desvendar o enigma das origens. Iniciamos, pois, uma jornada pelo mundo da ciência, da filosofia e da religião, em busca de nossas próprias origens.
O modelo da criação
Este modelo define, no princípio, um período de criação especial, quando todos os sistemas básicos da natureza foram trazidos à existência completos, prontos para pleno desempenho de suas funções.
Assim, ao invés de pensar na vida como tendo surgido a partir de formas bem simples - aminoácidos, proteínas, bactérias, algas etc., gradualmente evoluindo para formas mais complexas, a teoria da criação afirma que os seres vivos vieram à existência através de atos distintos de criação.
Isto não significa que criacionistas sejam fixistas. O fixismo afirma que as espécies biológicas são, desde o princípio, imutáveis e idênticas aos primeiros organismos criados. Criacionistas do tempo de Darwin eram pouco afeitos à ciência e, pressionados pelas idéias evolucionistas, muitos foram para esse outro extremo.
Criacionistas sabem da existência de vários processos da natureza, que convencionamos denominar de mutações, capazes de introduzir novidades genéticas em uma dada espécie.
Eles, entretanto, não crêem que tais processos possam trazer à cena modificações tão extraordinárias, a ponto de gerar toda a diversidade de vi¬da que encontramos no planeta a partir de um primeiro e único organismo unicelular, ou mesmo uma espécie a partir de outra. Eles também não crêem que a vida possa ter se originado a partir da matéria sem vida, de um modo inteiramente ao sabor do acaso.
Assim, a origem da vida e das espécies de seres vivos não pode ser explicada através de recursos naturais, demandando, portanto, a existência e o concurso de um agente externo ao universo e que foi o responsável por todos os pontos críticos da história desse mesmo universo. Findo o período de criação, cessaram os processos criativos, substituídos por processos de conservação, com o fim de preservar tudo que havia sido feito.
Nesse contexto, tudo teria sido criado perfeito. Do infinitesimal protozoário aos grandes mamíferos; do minúsculo átomo as gigantescas galáxias, o universo foi criado em perfeita ordem e todos os seres vivos, inclusive o homem, estavam presentes desde o inicio. Entretanto, num universo perfeito, onde alterações aleatórias são sempre possíveis, o sistema tende a se desorganizar.
Na verdade, essa tendência é a própria essência da segunda lei da termodinâmica, expressa em termos probabilísticos. Assim, o modelo da criação admite um princípio básico de desintegração, em vigor na natureza, desde o seu início. Naturalmente, se este modelo e mesmo factível, deve haver, por todo o universo, muitas evidências dos seus pressupostos.
Opositores da evolução
Criacionistas encontram-se entre os mais duros opositores da teoria da evolução, apontando sempre o que eles consideram pontos fracos dessa teoria. Eis, abaixo, alguns desses pontos:
1. O registro fóssil não apresenta os fósseis de transição entre as espécies. Esta é uma necessidade básica do evolucionismo, obviamente não resolvida;
2. Não há qualquer evidência de que uma espécie tenha, com o tempo, se transformado em outra, nem há, na natureza, qualquer mecanismo capaz de tal proeza. Este fato não deve nos causar surpresa, uma vez que a evolução não se caracteriza como fenômeno passível de observação e conseqüente investigação científica;
3. Erros básicos encontrados nos métodos radiométricos de datação comprometem as idades atribuídas a todos os sistemas datados. Sem a vastidão do tempo a sua disposição, o evolucionismo não pode subsistir;
4. Similaridades entre os seres vivos foram, no passado, consideradas evidências da evolução acima de qualquer suspeita. Comparações recentes entre o DNA e o RNA de varias espécies têm mostrado que esse tipo de comparação é, na verdade, inconclusivo.
Os meios de comunicação têm, via de regra, caracterizado o movimento criacionista como anticientifico, cujos integrantes são fanáticos religiosos, dispostos a tudo para fazer prevalecer seus pontos de vista acerca das origens. Recentemente, em um artigo a respeito de Darwin, o articulista afirmou: "só protestantes fundamentalistas, que interpretam a Bíblia ao pé da letra e, por isso, nao crêem nas mutações, se recusam a crer nas idéias de Darwin acerca da evolução das espécies".
Isto, porem, não é verdade! Todos sabemos que as mutações são uma realidade - dizem os criacionistas - mas também sabemos que elas não dispõem de potencial para promover a evolução. Em outras palavras, os criacionistas afirmam possuir respostas claras e convincentes, sempre consistentes com os fatos da natureza e com as descobertas da ciência, a todos os argumentos apresentados por evolucionistas.
Síntese da posição criacionista
Criacionistas crêem na existência de um Ser superior, que preexistiu a todo universo e, pelo seu poder, deu origem a tudo quanto existe. Crêem também os criacionistas que o Criador trouxe a existência não só as galáxias de que se compõe o universo, como também os tipos básicos de seres vivos, dos quais descende a presente multiplicidade de formas em que a vida hoje se apresenta. Esta é uma idéia bastante plausível, e que conta com o suporte da observação e da experimentação. A espécie dos cães, por exemplo, em 1960 possuía 200 raças a mais do que em 1700, obtidas através de sucessivos cruzamentos e seleção de certas características.
Tanto quanto tem sido observado, experimentalmente ou na natureza, nem as mutações, nem os processos de seleção, têm potencial para produzir uma transformação de uma espécie em outra. Os mutantes são sempre da mesma espécie que os originou, quase sempre menos aptos a sobrevivência, e os processos de seleção natural não fazem mais do que recombinar os genes presentes em uma dada espécie.
Assim, sabemos que o homem tem sido capaz de selecionar combinações de genes para produzir novas variedades de cães, pombos, ervilhas, feijão etc., e que através de mutações se pode ter novas características introduzidas em uma dada espécie. Nenhum dos dois casos, entretanto favorece a transmutação de uma espécie em outra.
Veja algumas das principais características da criação:
1. Sobrenaturalista - Origens explicadas através da existência de um agente externo ao universo: o Criador;
2. Externamente dirigida - Todo o universo é dirigido pelo Criador, que mantém sua obra através de processos de conservação por Ele estabelecidos;
3. Dotada de propósito - O Criador trouxe o universo à existência com um propósito bem definido;
4. Completa, concluída - Houve um período de criação, ao fim do qual o Criador deu sua obra por completada.
Criacionistas mantêm, ainda, que a livre investigação da natureza confirma todos os pontos do seu modelo; que as evidências da natureza apontam, de modo insofismável, na direção do Criador. Afirmam, também, que a Terra é um planeta jovem, apresentando não só erros básicos nos métodos de datação utilizados pelos evolucionistas, como também evidencias da natureza que favorecem o seu ponto de vista.
O modelo da evolução
Darwin não pretendia, ao publicar o seu livro A Origem das Espécies, em 1859, explicar a origem da vida na Terra. Sobre isto, ele escreveu um único parágrafo, em que afirmava crer que os primeiros germes de vida haviam sido colocados por Deus em nosso planeta. Tal parágrafo, porém, Darwin ordenou que fosse suprimido a partir da segunda edição de seu livro.
É muito difícil julgar intenções, mas a atitude de Darwin, ao suprimir esse parágrafo, parece significar que ele já começava a se render ao naturalismo, que afirma que tudo no universo pode ser explicado através de causas naturais. Nesse caso, a origem da vida não seria uma exceção.
Mas o objetivo do livro era explicar a origem das espécies, a partir de vida preexistente. Como, afinal, explicar a origem de todas as espécies que encontramos na Terra? Qual a origem da grande diversidade que hoje observamos entre os seres vivos?
Darwin estava convencido de que as espécies se transformavam com o tempo, e que as pequenas diferenças que normalmente observamos entre uma geração e a sua prole acumulavam-se e, com o tempo, davam origem a uma nova espécie. Neste contexto, peixes haviam surgido de outros seres menos complexos nos oceanos e dado origem aos anfíbios. Destes teriam surgido os répteis, ancestrais das aves e dos mamíferos. O homem, como afirmara T. Dobzhansky, era apenas um produto dessa evolução, tendo surgido entre os mamíferos como o ser mais evoluído.
Outros pensadores vieram após Darwin e completaram essa visão de modo a incluir o universo como um todo. Assim, se configurou um modelo das origens bastante distinto do criacionista, ao qual se denominou de modelo evolucionista das origens. Desde então, esse modelo passou por diversas modificações na tentativa de vencer as dificuldades que se apresentaram a partir de novas descobertas da ciência.
Em sua caminhada. muito provavelmente por falta de oposição a altura, tornou-se o modelo hoje dominante. A maior parte dos cientistas acredita na teoria da evolução como a única forma de explicarmos nossas origens, e praticamente toda a mídia, revistas, livros, jornais, radio, televisão etc., ao tratar algum assunto científico relacionado com as origens, o faz em um contexto evolucionista.
Em sentido mais abrangente, este sistema afirma que todo o universo se encontra em continua evolução. Este processo teria se iniciado com o hidrogênio, subproduto básico de uma suposta explosão (Big-Bang) supostamente ocorrida há cerca de 15 bilhões de anos, quando o presente universo ainda não existia.
A partir de então, esse gás incolor, inodoro, insípido, contendo apenas um próton em seu núcleo, e um elétron à sua volta, teria sofrido transformações casuais, gerando outros elementos por meio da captura de elétrons, prótons e nêutrons. Estes teriam se combinado de modo a gerar as substâncias de que se compõe o universo, com a matéria resultante se organizando ate o ponto de gerar a vida, com todas as suas particularidades.
Como todos os processos até hoje idealizados para justificar a evolução são sempre muito lentos, o tempo se torna um dos fatores imprescindíveis nesse modelo. Não se pode conceber o processo da evolução em um período de tempo muito curto. A evolução requer bilhões de anos, e esta imensa porção de tempo Darwin encontrou à sua disposição na filosofia uniformitarista de James Hutton.
De acordo com G. A. Kerkut, agraciado com o título de professor emérito de neurociência na Universidade de Southampton, em seu intrigante livro Implications of Evolution, há sete hipóteses básicas freqüentemente não mencionadas em nossas discussões sobre a evolução, e que muitos evolucionistas ignoram as primeiras, considerando apenas a sétima. Eis aqui essas hipóteses:
1.- Coisas não vivas deram origem ao material vivo, em outras palavras, a geração espontânea ocorreu;
2.- A geração espontânea ocorreu apenas uma vez na história da Terra;
3.- Vírus, bactérias, plantas e animais estão todos inter-relacionados;
4.- Protozoários deram origem aos metazoários;
5.- Os invertebrados também estão todos inter-relacionados;
6.- Os invertebrados deram origem aos vertebrados;
7.- Entre os vertebrados, peixes de¬ram origem aos anfíbios; anfíbios aos répteis; e répteis a aves e mamíferos.
Continuando. o Dr. Kerkut diz que: "... essas sete hipóteses não são passiveis de verificação experimental. Elas pressupõem que uma série de eventos ocorreu no passado. Ainda que fosse possível produzir tais eventos sob condições atuais, isto não significaria que tais mudanças tenham ocorrido no passado. Assim, transformar um réptil moderno em um mamífero, ainda que uma operação de grande interesse, não nos revelaria nada sobre a origem dos mamíferos. Infelizmente, nem mesmo esse tipo de transformação estamos aptos a realizar" (p. 7).
Apesar das críticas que o Dr. Kerkut desfere em seu livro contra o modelo da evolução, ele é um evolucionista. Isto, porém, não deve nos surpreender: todo aquele que sucumbir diante dos apelos do naturalismo, que insistir em afirmar que tudo no universo pode ser explicado através de causas naturais, não terá mesmo outra alternativa para explicar as nossas origens que não a teoria da evolução.
A ilustração ao lado ilustra o pensamento evolucionista, da ameba ao homem.
O Prof. Christiano P. da Silva Neto é professor universitário, pós-graduado em ciências pela University of London, estando hoje em tempo integral a serviço da ABPC - Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, da qual é presidente e fundador. Autor de cinco livros sobre as origens, entre os quais destacam-se Datando a Terra e Origens - A verdade Objetiva dos Fatos, o Prof. Christiano tem estado proferindo palestras por todo o país, a convite de igrejas, escolas e universidades.
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 5, 2007 05:12 PM
Aqui está uma interessante síntese dos argumentos criacionistas contra a teoria da evolução. Penso que o público deve conhecer esses argumentos. É um direito fundamental que lhe assiste, e que não lhe deve ser negado. A informação unilateral é frequentemente desinformação e rapidamente se transforma em doutrinação. Aqui vai.
The Scientific Case Against Evolution
by Henry M. Morris, Ph.D.
Belief in evolution is a remarkable phenomenon. It is a belief passionately defended by the scientific establishment, despite the lack of any observable scientific evidence for macroevolution (that is, evolution from one distinct kind of organism into another).
This odd situation is briefly documented here by citing recent statements from leading evolutionists admitting their lack of proof. These statements inadvertently show that evolution on any significant scale does not occur at present, and never happened in the past, and could never happen at all.
Evolution Is Not Happening Now
First of all, the lack of a case for evolution is clear from the fact that no one has ever seen it happen. If it were a real process, evolution should still be occurring, and there should be many "transitional" forms that we could observe. What we see instead, of course, is an array of distinct "kinds" of plants and animals with many varieties within each kind, but with very clear and — apparently — unbridgeable gaps between the kinds. That is, for example, there are many varieties of dogs and many varieties of cats, but no "dats" or "cogs."
Such variation is often called microevolution, and these minor horizontal (or downward) changes occur fairly often, but such changes are not true "vertical" evolution.
Evolutionary geneticists have often experimented on fruit flies and other rapidly reproducing species to induce mutational changes hoping they would lead to new and better species, but these have all failed to accomplish their goal. No truly new species has ever been produced, let alone a new "basic kind."
A current leading evolutionist, Jeffrey Schwartz, professor of anthropology at the University of Pittsburgh, has recently acknowledged that:
. . . it was and still is the case that, with the exception of Dobzhansky's claim about a new species of fruit fly, the formation of a new species, by any mechanism, has never been observed.1
The scientific method traditionally has required experimental observation and replication. The fact that macroevolution (as distinct from microevolution) has never been observed would seem to exclude it from the domain of true science. Even Ernst Mayr, the dean of living evolutionists, longtime professor of biology at Harvard, who has alleged that evolution is a "simple fact," nevertheless agrees that it is an "historical science" for which "laws and experiments are inappropriate techniques"2 by which to explain it. One can never actually see evolution in action.
Evolution Never Happened in the Past
Evolutionists commonly answer the above criticism by claiming that evolution goes too slowly for us to see it happening today. They used to claim that the real evidence for evolution was in the fossil record of the past, but the fact is that the billions of known fossils do not include a single unequivocal transitional form with transitional structures in the process of evolving.
Given that evolution, according to Darwin, was in a continual state of motion . . . it followed logically that the fossil record should be rife with examples of transitional forms leading from the less to the more evolved.3
Even those who believe in rapid evolution recognize that a considerable number of generations would be required for one distinct "kind" to evolve into another more complex kind. There ought, therefore, to be a considerable number of true transitional structures preserved in the fossils — after all, there are billions of non-transitional structures there! But (with the exception of a few very doubtful creatures such as the controversial feathered dinosaurs and the alleged walking whales), they are not there.
Instead of filling in the gaps in the fossil record with so-called missing links, most paleontologists found themselves facing a situation in which there were only gaps in the fossil record, with no evidence of transformational intermediates between documented fossil species.4
The entire history of evolution from the evolution of life from non-life to the evolution of vertebrates from invertebrates to the evolution of man from the ape is strikingly devoid of intermediates: the links are all missing in the fossil record, just as they are in the present world.
With respect to the origin of life, a leading researcher in this field, Leslie Orgel, after noting that neither proteins nor nucleic acids could have arisen without the other, concludes:
And so, at first glance, one might have to conclude that life could never, in fact, have originated by chemical means.5
Being committed to total evolution as he is, Dr. Orgel cannot accept any such conclusion as that. Therefore, he speculates that RNA may have come first, but then he still has to admit that:
The precise events giving rise to the RNA world remain unclear. . . . investigators have proposed many hypotheses, but evidence in favor of each of them is fragmentary at best.6
Translation: "There is no known way by which life could have arisen naturalistically." Unfortunately, two generations of students have been taught that Stanley Miller's famous experiment on a gaseous mixture, practically proved the naturalistic origin of life. But not so!
Miller put the whole thing in a ball, gave it an electric charge, and waited. He found that amino acids and other fundamental complex molecules were accumulating at the bottom of the apparatus. His discovery gave a huge boost to the scientific investigation of the origin of life. Indeed, for some time it seemed like creation of life in a test tube was within reach of experimental science. Unfortunately, such experiments have not progressed much further than the original prototype, leaving us with a sour aftertaste from the primordial soup.7
Neither is there any clue as to how the one-celled organisms of the primordial world could have evolved into the vast array of complex multi-celled invertebrates of the Cambrian period. Even dogmatic evolutionist Gould admits that:
The Cambrian explosion was the most remarkable and puzzling event in the history of life.8
Equally puzzling, however, is how some invertebrate creature in the ancient ocean, with all its "hard parts" on the outside, managed to evolve into the first vertebrate — that is, the first fish— with its hard parts all on the inside.
Yet the transition from spineless invertebrates to the first backboned fishes is still shrouded in mystery, and many theories abound.9
Other gaps are abundant, with no real transitional series anywhere. A very bitter opponent of creation science, paleontologist, Niles Eldredge, has ack-nowledged that there is little, if any, evidence of evolutionary transitions in the fossil record. Instead, things remain the same!
It is a simple ineluctable truth that virtually all members of a biota remain basically stable, with minor fluctuations, throughout their durations. . . .10
So how do evolutionists arrive at their evolutionary trees from fossils of oganisms which didn't change during their durations?
Fossil discoveries can muddle over attempts to construct simple evolutionary trees — fossils from key periods are often not intermediates, but rather hodge podges of defining features of many different groups. . . . Generally, it seems that major groups are not assembled in a simple linear or progressive manner — new features are often "cut and pasted" on different groups at different times.11
As far as ape/human intermediates are concerned, the same is true, although anthropologists have been eagerly searching for them for many years. Many have been proposed, but each has been rejected in turn.
All that paleoanthropologists have to show for more than 100 years of digging are remains from fewer than 2000 of our ancestors. They have used this assortment of jawbones, teeth and fossilized scraps, together with molecular evidence from living species, to piece together a line of human descent going back 5 to 8 million years to the time when humans and chimpanzees diverged from a common ancestor.12
Anthropologists supplemented their extremely fragmentary fossil evidence with DNA and other types of molecular genetic evidence from living animals to try to work out an evolutionary scenario that will fit. But this genetic evidence really doesn't help much either, for it contradicts fossil evidence. Lewin notes that:
The overall effect is that molecular phylogenetics is by no means as straightforward as its pioneers believed. . . . The Byzantine dynamics of genome change has many other consequences for molecular phylogenetics, including the fact that different genes tell different stories.13
Summarizing the genetic data from humans, another author concludes, rather pessimistically:
Even with DNA sequence data, we have no direct access to the processes of evolution, so objective reconstruction of the vanished past can be achieved only by creative imagination.14
Since there is no real scientific evidence that evolution is occurring at present or ever occurred in the past, it is reasonable to conclude that evolution is not a fact of science, as many claim. In fact, it is not even science at all, but an arbitrary system built upon faith in universal naturalism.
Actually, these negative evidences against evolution are, at the same time, strong positive evidences for special creation. They are, in fact, specific predictions based on the creation model of origins.
Creationists would obviously predict ubiquitous gaps between created kinds, though with many varieties capable of arising within each kind, in order to enable each basic kind to cope with changing environments without becoming extinct. Creationists also would anticipate that any "vertical changes" in organized complexity would be downward, since the Creator (by definition) would create things correctly to begin with. Thus, arguments and evidences against evolution are, at the same time, positive evidences for creation.
The Equivocal Evidence from Genetics
Nevertheless, because of the lack of any direct evidence for evolution, evolutionists are increasingly turning to dubious circumstantial evidences, such as similarities in DNA or other biochemical components of organisms as their "proof" that evolution is a scientific fact. A number of evolutionists have even argued that DNA itself is evidence for evolution since it is common to all organisms. More often is the argument used that similar DNA structures in two different organisms proves common evolutionary ancestry.
Neither argument is valid. There is no reason whatever why the Creator could not or would not use the same type of genetic code based on DNA for all His created life forms. This is evidence for intelligent design and creation, not evolution.
The most frequently cited example of DNA commonality is the human/chimpanzee "similarity," noting that chimpanzees have more than 90% of their DNA the same as humans. This is hardly surprising, however, considering the many physiological resemblances between people and chimpanzees. Why shouldn't they have similar DNA structures in comparison, say, to the DNA differences between men and spiders?
Similarities — whether of DNA, anatomy, embryonic development, or anything else — are better explained in terms of creation by a common Designer than by evolutionary relationship. The great differences between organisms are of greater significance than the similarities, and evolutionism has no explanation for these if they all are assumed to have had the same ancestor. How could these great gaps between kinds ever arise at all, by any natural process?
The apparently small differences between human and chimpanzee DNA obviously produce very great differences in their respective anatomies, intelligence, etc. The superficial similarities between all apes and human beings are nothing compared to the differences in any practical or observable sense.
Nevertheless, evolutionists, having largely become disenchanted with the fossil record as a witness for evolution because of the ubiquitous gaps where there should be transitions, recently have been promoting DNA and other genetic evidence as proof of evolution. However, as noted above by Roger Lewin, this is often inconsistent with, not only the fossil record, but also with the comparative morphology of the creatures. Lewin also mentions just a few typical contradictions yielded by this type of evidence in relation to more traditional Darwinian "proofs."
The elephant shrew, consigned by traditional analysis to the order insectivores . . . is in fact more closely related to . . . the true elephant. Cows are more closely related to dolphins than they are to horses. The duckbilled platypus . . . is on equal evolutionary footing with . . . kangaroos and koalas.15
There are many even more bizarre comparisons yielded by this approach.
The abundance of so-called "junk DNA" in the genetic code also has been offered as a special type of evidence for evolution, especially those genes which they think have experienced mutations, sometimes called "pseudogenes."16 However, evidence is accumulating rapidly today that these supposedly useless genes do actually perform useful functions.
Enough genes have already been uncovered in the genetic midden to show that what was once thought to be waste is definitely being transmitted into scientific code.17
It is thus wrong to decide that junk DNA, even the socalled "pseudogenes," have no function. That is merely an admission of ignorance and an object for fruitful research. Like the socalled "vestigial organs" in man, once considered as evidence of evolution but now all known to have specific uses, so the junk DNA and pseudogenes most probably are specifically useful to the organism, whether or not those uses have yet been discovered by scientists.
At the very best this type of evidence is strictly circumstantial and can be explained just as well in terms of primeval creation supplemented in some cases by later deterioration, just as expected in the creation model.
The real issue is, as noted before, whether there is any observable evidence that evolution is occurring now or has ever occurred in the past. As we have seen, even evolutionists have to acknowledge that this type of real scientific evidence for evolution does not exist.
A good question to ask is: Why are all observable evolutionary changes either horizontal and trivial (so-called microevolution) or downward toward deterioration and extinction? The answer seems to be found in the universally applicable laws of the science of thermodynamics.
Evolution Could Never Happen at All
The main scientific reason why there is no evidence for evolution in either the present or the past (except in the creative imagination of evolutionary scientists) is because one of the most fundamental laws of nature precludes it.
The law of increasing entropy — also known as the second law of thermodynamics — stipulates that all systems in the real world tend to go "downhill," as it were, toward disorganization and decreased complexity.
This law of entropy is, by any measure, one of the most universal, bestproved laws of nature. It applies not only in physical and chemical systems, but also in biological and geological systems — in fact, in all systems, without exception.
No exception to the second law of thermodynamics has ever been found — not even a tiny one.
Like conservation of energy (the "first law"), the existence of a law so precise and so independent of details of models must have a logical foundation that is independent of the fact that matter is composed of interacting particles.18
The author of this quote is referring primarily to physics, but he does point out that the second law is "independent of details of models." Besides, practically all evolutionary biologists are reductionists — that is, they insist that there are no "vitalist" forces in living systems, and that all biological processes are explicable in terms of physics and chemistry.
That being the case, biological processes also must operate in accordance with the laws of thermodynamics, and practically all biologists acknowledge this.
Evolutionists commonly insist, however, that evolution is a fact anyhow, and that the conflict is resolved by noting that the earth is an "open system," with the incoming energy from the sun able to sustain evolution throughout the geological ages in spite of the natural tendency of all systems to deteriorate toward disorganization. That is how an evolutionary entomologist has dismissed W. A. Dembski's impressive recent book, Intelligent Design. This scientist defends what he thinks is "natural processes' ability to increase complexity" by noting what he calls a "flaw" in "the arguments against evolution based on the second law of thermodynamics." And what is this flaw?
Although the overall amount of disorder in a closed system cannot decrease, local order within a larger system can increase even without the actions of an intelligent agent.19
This naive response to the entropy law is typical of evolutionary dissimulation. While it is true that local order can increase in an open system if certain conditions are met, the fact is that evolution does not meet those conditions. Simply saying that the earth is open to the energy from the sun says nothing about how that raw solar heat is converted into increased complexity in any system, open or closed.
The fact is that the best known and most fundamental equation of thermodynamics says that the influx of heat into an open system will increase the entropy of that system, not decrease it. All known cases of decreased entropy (or increased organization) in open systems involve a guiding program of some sort and one or more energy conversion mechanisms.
Evolution has neither of these. Mutations are not "organizing" mechanisms, but disorganizing (in accord with the second law). They are commonly harmful, sometimes neutral, but never beneficial (at least as far as observed mutations are concerned). Natural selection cannot generate order, but can only "sieve out" the disorganizing mutations presented to it, thereby conserving the existing order, but never generating new order. In principle, it may be barely conceivable that evolution could occur in open systems, in spite of the tendency of all systems to disintegrate sooner or later.
But no one yet has been able to show that it actually has the ability to overcome this universal tendency, and that is the basic reason why there is still no bona fide proof of evolution, past or present.
From the statements of evolutionists themselves, therefore, we have learned that there is no real scientific evidence for real evolution. The only observable evidence is that of very limited horizontal (or downward) changes within strict limits.
Evolution is Religion — Not Science
In no way does the idea of particles-to-people evolution meet the long-accepted criteria of a scientific theory. There are no such evolutionary transitions that have ever been observed in the fossil record of the past; and the universal law of entropy seems to make it impossible on any significant scale.
Evolutionists claim that evolution is a scientific fact, but they almost always lose scientific debates with creationist scientists. Accordingly, most evolutionists now decline opportunities for scientific debates, preferring instead to make unilateral attacks on creationists.
Scientists should refuse formal debates because they do more harm than good, but scientists still need to counter the creationist message.20
The question is, just why do they need to counter the creationist message? Why are they so adamantly committed to anti-creationism?
The fact is that evolutionists believe in evolution because they want to. It is their desire at all costs to explain the origin of everything without a Creator. Evolutionism is thus intrinsically an atheistic religion. Some may prefer to call it humanism, and "new age" evolutionists place it in the context of some form of pantheism, but they all amount to the same thing. Whether atheism or humanism (or even pantheism), the purpose is to eliminate a personal God from any active role in the origin of the universe and all its components, including man.
The core of the humanistic philosophy is naturalism — the proposition that the natural world proceeds according to its own internal dynamics, without divine or supernatural control or guidance, and that we human beings are creations of that process. It is instructive to recall that the philosophers of the early humanistic movement debated as to which term more adequately described their position: humanism or naturalism. The two concepts are complementary and inseparable.21
Since both naturalism and humanism exclude God from science or any other active function in the creation or maintenance of life and the universe in general, it is very obvious that their position is nothing but atheism. And atheism, no less than theism, is a religion! Even doctrinaire-atheistic evolutionist Richard Dawkins admits that atheism cannot be proved to be true.
Of course we can't prove that there isn't a God.22
Therefore, they must believe it, and that makes it a religion.
The atheistic nature of evolution is not only admitted, but insisted upon by most of the leaders of evolutionary thought. Ernst Mayr, for example, says that:
Darwinism rejects all supernatural phenomena and causations.23
A professor in the Department of Biology at Kansas State University says:
Even if all the data point to an intelligent designer, such a hypothesis is excluded from science because it is not naturalistic.24
It is well known by almost everyone in the scientific world today that such influential evolutionists as Stephen Jay Gould and Edward Wilson of Harvard, Richard Dawkins of England, William Provine of Cornell, and numerous other evolutionary spokesmen are dogmatic atheists. Eminent scientific philosopher and ardent Darwinian atheist Michael Ruse has even acknowledged that evolution is their religion!
Evolution is promoted by its practitioners as more than mere science. Evolution is promulgated as an ideology, a secular religion — a full-fledged alternative to Christianity, with meaning and morality . . . . Evolution is a religion. This was true of evolution in the beginning, and it is true of evolution still today.25
Another way of saying "religion" is "worldview," the whole of reality. The evolutionary worldview applies not only to the evolution of life, but even to that of the entire universe. In the realm of cosmic evolution, our naturalistic scientists depart even further from experimental science than life scientists do, manufacturing a variety of evolutionary cosmologies from esoteric mathematics and metaphysical speculation. Socialist Jeremy Rifkin has commented on this remarkable game.
Cosmologies are made up of small snippets of physical reality that have been remodeled by society into vast cosmic deceptions.26
They must believe in evolution, therefore, in spite of all the evidence, not because of it. And speaking of deceptions, note the following remarkable statement. We take the side of science in spite of the patent absurdity of some of its constructs, . . . in spite of the tolerance of the scientific community for unsubstantiated commitment to materialism. . . . we are forced by our a priori adherence to material causes to create an apparatus of investigation and set of concepts that produce material explanations, no matter how counterintuitive, no matter how mystifying to the uninitiated. Moreover, that materialism is absolute, for we cannot allow a Divine Foot in the door.27
The author of this frank statement is Richard Lewontin of Harvard. Since evolution is not a labo ratory science, there is no way to test its validity, so all sorts of justso stories are contrived to adorn the textbooks. But that doesn't make them true! An evolutionist reviewing a recent book by another (but more critical) evolutionist, says:
We cannot identify ancestors or "missing links," and we cannot devise testable theories to explain how particular episodes of evolution came about. Gee is adamant that all the popular stories about how the first amphibians conquered the dry land, how the birds developed wings and feathers for flying, how the dinosaurs went extinct, and how humans evolved from apes are just products of our imagination, driven by prejudices and preconceptions.28
A fascinatingly honest admission by a physicist indicates the passionate commitment of establishment scientists to naturalism. Speaking of the trust students naturally place in their highly educated college professors, he says:
And I use that trust to effectively brainwash them. . . . our teaching methods are primarily those of propaganda. We appeal — without demonstration — to evidence that supports our position. We only introduce arguments and evidence that supports the currently accepted theories and omit or gloss over any evidence to the contrary.29
Creationist students in scientific courses taught by evolutionist professors can testify to the frustrating reality of that statement. Evolution is, indeed, the pseudoscientific basis of religious atheism, as Ruse pointed out.
Will Provine at Cornell University is another scientist who frankly acknowledges this.
As the creationists claim, belief in modern evolution makes atheists of people. One can have a religious view that is compatible with evolution only if the religious view is indistinguishable from atheism.30
Once again, we emphasize that evolution is not science, evolutionists' tirades notwithstanding. It is a philosophical worldview, nothing more.
(Evolution) must, they feel, explain everything. . . . A theory that explains everything might just as well be discarded since it has no real explanatory value. Of course, the other thing about evolution is that anything can be said because very little can be disproved. Experimental evidence is minimal.31
Even that statement is too generous. Actual experimental evidence demonstrating true evolution (that is, macroevolution) is not "minimal." It is nonexistent!
The concept of evolution as a form of religion is not new. In my book, The Long War Against God,32 I documented the fact that some form of evolution has been the pseudo-rationale behind every anti-creationist religion since the very beginning of history. This includes all the ancient ethnic religions, as well as such modern world religions as Buddhism, Hinduism, and others, as well as the "liberal" movements in even the creationist religions (Christianity, Judaism, Islam).
As far as the twentieth century is concerned, the leading evolutionist is generally considered to be Sir Julian Huxley, primary architect of modern neo-Darwinism. Huxley called evolution a "religion without revelation" and wrote a book with that title (2nd edition, 1957). In a later book, he said:
Evolution . . . is the most powerful and the most comprehensive idea that has ever arisen on earth.33
Later in the book he argued passionately that we must change "our pattern of religious thought from a God-centered to an evolution-centered pattern."34 Then he went on to say that: "The God hypothesis . . . is becoming an intellectual and moral burden on our thought." Therefore, he concluded that "we must construct something to take its place."35
That something, of course, is the religion of evolutionary humanism, and that is what the leaders of evolutionary humanism are trying to do today.
In closing this survey of the scientific case against evolution (and, therefore, for creation), the reader is reminded again that all quotations in the article are from doctrinaire evolutionists. No Bible references are included, and no statements by creationists. The evolutionists themselves, to all intents and purposes, have shown that evolutionism is not science, but religious faith in atheism.
References
Jeffrey H. Schwartz, Sudden Origins (New York, John Wiley, 1999), p. 300.
Ernst Mayr, "Darwin's Influence on Modern Thought," Scientific American (vol. 283, July 2000), p. 83.
Jeffrey H. Schwartz, op. cit., p.89.
Ibid.
Leslie E. Orgel, "The Origin of Life on the Earth," Scientific American (vol. 271, October 1994), p. 78.
Ibid., p. 83.
Massimo Pigliucci, "Where Do We Come From?" Skeptical Inquirer (vol. 23, September/October 1999), p. 24.
Stephen Jay Gould, "The Evolution of Life," chapter 1 in Evolution: Facts and Fallacies, ed. by J. William Schopf (San Diego, CA., Academic Press, 1999), p. 9.
J. O. Long, The Rise of Fishes (Baltimore: John Hopkins University Press, 1995), p. 30.
Niles Eldredge, The Pattern of Evolution (New York: W. H. Freeman and Co., 1998), p. 157.
Neil Shubin, "Evolutionary Cut and Paste," Nature (vol. 349, July 2, 1998), p.12.
Colin Tudge, "Human Origins Revisited," New Scientist (vol. 146, May 20, 1995), p. 24.
Roger Lewin, "Family Feud," New Scientist (vol. 157, January 24, 1998), p. 39.
N. A. Takahata, "Genetic Perspective on the Origin and History of Humans," Annual Review of Ecology and Systematics (vol. 26, 1995), p. 343.
Lewin, op. cit., p. 36.
Rachel Nowak, "Mining Treasures from `Junk DNA'," Science (vol. 263, February 4, 1994), p. 608.
Ibid.
E. H. Lieb and Jakob Yngvason, "A Fresh Look at Entropy and the Second Law of Thermodynamics," Physics Today (vol. 53, April 2000), p. 32.
Norman A. Johnson, "Design Flaw," American Scientist (vol. 88. May/June 2000), p. 274.
Scott, Eugenie, "Fighting Talk," New Scientist (vol. 166, April 22, 2000), p.47. Dr. Scott is director of the anti-creationist organization euphemistically named, The National Center for Science Education.
Ericson, Edward L., "Reclaiming the Higher Ground," The Humanist (vol. 60, September/October 2000), p. 30.
Dawkins, Richard, replying to a critique of his faith in the liberal journal, Science and Christian Belief (vol. 7, 1994), p. 47.
Mayr, Ernst, "Darwin's Influence on Modern Thought," Scientific American (vol. 283, July 2000), p. 83.
Todd, Scott C., "A View from Kansas on the Evolution Debates," Nature (vol. 401, September 30, 1999), p. 423.
Ruse, Michael, "Saving Darwinism fron the Darwinians," National Post (May 13, 2000), p. B-3.
Rifkin, Jeremy, "Reinventing Nature," The Humanist (vol. 58, March/April 1998), p. 24.
Lewontin, Richard, Review of the Demon-Haunted World, by Carl Sagan. In New York Review of Books, January 9, 1997.
Bowler, Peter J., Review In Search of Deep Time by Henry Gee (Free Press, 1999), American Scientist (vol. 88, March/April 2000), p. 169.
Singham, Mark, "Teaching and Propaganda," Physics Today (vol. 53, June 2000), p. 54.
Provine, Will, "No Free Will," in Catching Up with the Vision, ed. by Margaret W. Rossiter (Chicago: University of Chicago Press, 1999), p. S123.
Appleyard, Bryan, "You Asked for It," New Scientist (vol. 166, April 22, 2000), p. 45.
Henry M. Morris, The Long War Against God (Grand Rapids, Michigan: Baker Book House, 1989), 344 pp.
Julian Huxley, Essays of a Humanist (New York: Harper and Row, 1964), p. 125.
Ibid., p. 222.
Ibid
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 8, 2007 04:14 PM
Simples curioso, mas extremamente apaixonado pelo assunto, dei-me ao trabalho de ler esta página de alto a baixo. E, chegado a este ponto, sinto uma certa frustração. O debate não foi equitativo. Constrange-me o absolutismo exclusivo e professoral, exposto aqui, pelo Dr Jónatas Machado.
É certo que o tema presta-se... mas, quando uma parte abandona o campo de batalha, não é dar ao adversário todas as chances de vitória?
Este debate é bem o espelho de velhas querelas ideológicas entre ciência e teologia.
Estaremos condenados a uma impossível aproximação da fé religiosa e da rasão científica?
Esta interrogação, subjacente a quase todos os debates neste campo, começa a despertar um certo interesse, tanto nos meios criacionistas como nos seus adversários.
Jacques Arnould, teólogo e doutor em História das Ciências, reconhecido especialista nos meios científicos franceses, trata este tema no seu último livro: “Dieu versus Darwin”.(ALBIN MICHEL, edição 2007).
Este extrato do seu último capítulo, dá uma ideia de como ele aborda esta questão.
“À propos de Darwin, je dois rassurer ceux qui se demande si je crois ou si eux-mêmes doivent croire en Darwin. Je réserve l’attitude croyante à la religion, aux relations humaines, voire à l’intelligence, mais pas à la science. La science est affaire de raison, d’observation et de d’hypothèse, de théorie et de test ; elle a ses règles et ses domaines d’application. Aujourd’hui, les théories hérités de Darwin sont celles sur lesquelles une large majorité de biologistes se fondent pour travailler. Je n’ai , ni compétence, ni l’autorité pour les critiquer, encore moins pour en proposer des alternatives. Je prends donc ses théories au sérieux et accepte de regarder le monde à travers elles. ...”
Posted by: A. Lima Barbosa | janeiro 20, 2007 11:10 AM
Na sequência do livro Genetic Entropy, the John C. Sanford, avoluma-se a evidência de que o genoma está a degenerar, isto é, a perder informação genética. Este artigo é, por isso, muito interessante.
Further evidence that neutral mutations are harmful
Andrew Sibley
Date: 4th January 2007
Scientists have found that so-called neutral mutations are not as neutral as previously thought. Previous scientific theories considered neutral or silent mutations to have no effect on the expression of proteins. However, the latest research has shown that neutral mutations can have a serious negative effect on protein expression.
There are four types of nucleotides in the genome, labelled A,C,G,T, and every three letter sequence forms a codon, which codes for an amino acid. Four raised to the power three provides sixty-four combinations, but there are only twenty amino acids in the genome because different codons are believed to code for the same amino acid. It was thought that silent mutations that change the letters of the codon, but do not change the amino acid have no effect on the way proteins fold and function.
However, the latest research by Kimchi-Sarfaty (2006) in Science has shown that even neutral mutations can in fact cause changes in the way the protein folds and functions.[1] The researchers studied three mutations that can alter the way a specific protein pumps toxins out of the cell. Tests involving small changes in this protein have shown that when two of the silent mutations are present it can change the shape of the protein and change that way cancer cells resist chemotherapy. Tests in lab dishes showed that when the silent mutations were present the cell was able to more efficiently block the drug that is used to halt the cancer cell’s development. It would also seem that evidence for the deleterious effects that silent mutations have, has been known about for twenty years, but largely ignored.[2] This latest evidence also ties in with comments by John Sanford in Genetic Entropy and the Mystery of the Genome [3] who claimed that even neutral mutations can have an accumulative degrading effect on the genome.
Other research has shown that silent mutations involved with the cystic fibrosis disease can alter the way a specific RNA molecule is spliced up and therefore change the shape of the protein rendering it inactive.[4] (RNA is involved in copying and translating the DNA and converting genes into proteins). Franciso Baralle comments that failure to identify the importance of silent mutations may have led to wrong diagnoses in some patients. It would seem that there is now a need to re-examine the effects that silent mutations have on genetic diseases, and therefore potentially improve patient treatment. Once again the theory of evolution has led to poor predictions in medical research.
As far as evolution is concerned the neutral theory was developed to overcome some of the problems associated with modelling population genetics in evolution. J.B.S. Haldane for instance noted that in order for beneficial mutations to be fixed in a population, evolution by mutation must progress very slowly indeed. This slow process was considered necessary to give time for natural selection to weed out the far more numerous harmful mutations that would otherwise lead to error catastrophe in the population. There was also a very high necessary cost in terms of excessive birth rates that higher vertebrates could not hope to meet, and Haldane saw in this a paradox that effectively falsified gradual neo-Darwinian theory. (See for instance: Walter ReMines, The Biotic Message)
The neutral theory was developed to try and overcome this paradox. If it is considered that about one in a thousand mutations are beneficial, with fifty percent harmful with the rest neutral, then an increase in the number of neutral mutations would reduce the harmful ones, and seemingly help to overcome the paradox that Haldane identified.[5] However, this latest evidence, that these neutral mutations are not nearly as neutral as previously thought, provides a further serious challenge to the neutral theory and to the theory of macro-evolution as a whole.
See also: Why is interest in Creation and Intelligent Design growing today?
References
[1]. Kimchi-Sarfaty C., et al. (2006), Science, doi:10.1126/science.1135308
[2]. See: Pearson, H., (2006), Silent mutations speak up, Nature 21st December 2006 http://www.nature.com/news/2006/061218/full/061218-12.html
[3]. Sanford, J. C., (2005) Genetic Entropy and the Mystery of the Genome, Ivan Press
[4]. Pagani F., et al. (2005) Proc. Natl Acad. Sci. USA, 102. 6368 - 6372
[5] ReMines (1993) The Biotic Message, St Paul’s Science, pp.237-253 shows that the neutral theory does not provide selective advantage and it too has a high cost.
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 27, 2007 02:31 PM
Um interessante apontamento sobre a incapacidade dos modelos evolucionistas para explicarem a Idade do Gelo, sendo que a mesma é facilmente explicada pelo dilúvio global, há cerca de 4500 anos, exactamente como a Bíblia ensina. De resto, devemos ter presente o facto de que as civilizações mais antigas de que há registos históricos têm cerca de 4100 anos.
Mas vejamos:
Evolutionary ice age theories still don’t work
By Tas Walker
Climate expert, Didier Paillard, writing in Science about the so-called ice ages, said that the big challenge is to build an ice age theory that works.1
Commenting on two research papers published in the same issue,2,3 each proposing different hypotheses, he said that ‘… neither hypothesis can account for the beginning of the Northern Hemisphere glaciations about 3 million years ago.’
Furthermore, they fail to explain the oscillations in the ice cores, including the so-called 41,000 year cycle, the 23,000 year cycle, the 100,000 year cycle, and why one cycle changes into another.
Neither do they explain how insolation (sunlight) and atmospheric CO2 affected the amount of glaciation.
The papers also ‘question some basic principles that are often accepted without debate’ and suggest ‘rethinking’ of some basic definitions.
Paillard admits that ‘a final solution still eludes us’.
However, the Global Flood catastrophe some 4,500 years ago provides a simple and elegant solution to the cause and effects of the Ice Age.
References
1. Paillard, D., What drives the Ice Age Cycle? Science 313(5786):455–456, 2006.
2. Raymo, M., Lisiecki, L., and Nisancioglu, K., Plio-Pleistocene Ice Volume, Antarctic Climate, and the Global δ18O Record, Science 313(5786):492–495, 2006.
3. Huybers, P., Early Pleistocene Glacial Cycles and the Integrated Summer Insolation Forcing, Science 313(5786):508–511, 2006.
Como se vê, o modelo evolucionista, para além de não ter qualquer solução para a origem do Universo, das Galáxias, das Estrelas, do Sistema Solar, (para além de uns quantos modelos que pura e simplesmente não funcionam!) também não tem uma resposta para a Idade do Gelo.E depois dizem que os Criacionistas é que não têm fundamento empírico! Na verdade, fundamento empírico é o que o criacionismo bíblico tem em abundância! Isso mesmo pode ver-se na Enciclopedia Criacionista www.creationwiki.org
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 29, 2007 02:05 PM
Como é sabido, e as inúmeras citações apresentadas acima atestam, não são só os criacionistas que afirmam não existirem elos intermédios no registo fóssil. Um grupo influente de evolucionistas também defende isso mesmo, tendo por isso rejeitado o gradualismo neodarwinista, em favor do saltacionismo.
Isso mesmo pode ver-se num extrato de um artico de Marc Ambler, da organização criacionista CMI, da Austrália. O mesmo demonstra que os fósseis não falam por si, antes precisam de ser interpretados.
"Do fossils shout?
In the public mind, fossils are the key evidence for evolution. It is here more than anywhere else that people are led to believe that the evidence for evolution is shouting at us. Many people are unaware that there are two diametrically opposed views within the evolutionary camp regarding the interpretation of the fossil record.
The orthodox belief today, known as neo-Darwinism and held by such well-known evolutionists as Richard Dawkins, interprets the fossil record as evidence for slow, steady, gradual evolution over millions of years. The belief is that the fossils are a record of the gradual process of natural selection working on chance mutations of various organisms, favouring those that gave the creature a greater chance of propagating its kind as against those that were less suited. This is a modern form of the view held by Darwin, who placed great emphasis on the fossil record and wrote of the necessity for large numbers of ‘transitional forms’ (or ‘in-between kinds’) to be within that record, in order for his theory to be validated. Prof. Pierre Grassé, one of Europe’s leading zoologists, wrote,
‘Naturalists must remember that the process of evolution is revealed only through the fossil forms…only palaeontology can provide them with the evidence of evolution and reveal its course and mechanisms.’1
In the 1970s a new theory of evolution became increasingly accepted. Popularized by Stephen Jay Gould (now deceased) and Niles Eldredge, it is known as Punctuated Equilibrium and is the belief that contrary to steady, gradual change over vast periods of time, evolution is in fact characterised by long periods of stasis (no change) punctuated by relatively sudden bursts of upward evolution. And the basis of this belief? No evidence of gradual evolution in the fossil record. These episodes are believed to have occurred over relatively short periods at the periphery of main populations and so were not ‘captured’ in the fossil record. Gould stated:
‘The extreme rarity of transitional forms in the fossil record persists as the trade secret of paleontology… to preserve our favored account of evolution by natural selection we view our data as so bad that we never see the very process we profess to study.’2
In his book, The Panda's Thumb, Gould also stated,
‘In the peripheral region itself, we might find direct evidence of speciation, but such good fortune would be rare indeed because the event occurs so rapidly in such a small population. Thus, the fossil record is a faithful rendering of what evolutionary theory predicts.’3
In other words, the fossil record is good evidence for evolution because the fossil record shows no evidence for evolution. It could be said in a sense that Punctuated Equilibrium may have the dubious honour of being the only theory in modern science that admits as evidence a lack of evidence.
So we have two theories—both defending evolution, both looking at the same evidence, but having totally contradictory interpretations of that evidence. So much for evidence ‘speaking for itself’. What it does speak volumes about, though, is the a priori commitment of both groups to naturalism (and to evolution, which is essential to naturalism, regardless of the mechanism—if there is no God, the world of nature must have made itself). It also demonstrates how evidence is made to fit that belief, no matter how seemingly absurd the constructs that result.
Once we drop the shackles of evolutionary / naturalistic presuppositions, the evidence really does speak, in a sense. ‘The heavens declare the glory of God; And the firmament shows His handywork. Day unto day utters speech, And night unto night reveals knowledge. There is no speech nor language where their voice is not heard. Their line has gone out through all the earth, And their words to the end of the world.’ (Psalm 19:1–3, NKJV) No wonder God declares those who refuse to acknowledge the evidence of creation, and who choose to worship creation rather than the Creator, as being ‘without excuse’ (Romans 1:20)."
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 29, 2007 02:24 PM
Penso que é interessante dar conta do modo como a estatística de populações se adequa muito bem ao modelo criacionista bíblico, transcrevendo uma parte de um artigo do Institute for Creation Research sobre o problema demográfico:
"The same population statistics which supposedly presage a serious population problem in the future also indicate a very recent origin of man in the past, and therefore a special divine purpose for man in the future.
To illustrate the problem, assume that the human population increases geometrically. That is, the increase each year is equal to a constant proportion of the population the previous year. This relationship can be expressed algebraically as follows:
(1)
Pn = P (l + r)n
in which P is the population at any certain time, r is the proportionate annual increase in population, and Pn is the population n years later. For example, if the present population is 3.5 billion and the planet's permissible population is 50 billion, the number of years before this number will be reached at the present 2% annual increase can be calculated as follows:
50 x 109 = 3.5 x 109 (1.02)n
from which
log 50 = n log 1.02
3.5
and
n = 1.156 = 135 years
0.0086
We have already discussed this result, however. Looking toward the past, instead of the future, equation (1) will also indicate how long it would take to produce the present population at 2% growth per year, starting with two people. Thus:
3.5 x 109 = 2 (1.02) n
from which
n = 9 + log 3.5 / 2 = 1075 years
log 1.02
That is, an initial population of only two people, increasing at 2% per year, would become 3.5 billion people in only 1075 years. Since written records go back over 4,000 years, it is obvious that the average growth rate throughout past history has been considerably less than the present rate.
As a matter of interest, we can also use equation (1) to determine what the average growth rate would have to be to generate the present population in 4,000 years. Thus:
3.5 x 109 = 2(l + r)4000
from which
r = (1.75 x 109)1/4000-1 = 1/2%
Thus, an average population growth rate of only (1/2)% would generate the present world population in only 4000 years. This is only one-fourth of the present rate of growth.
Now, although it is obvious that the present rate of growth (2%) could not have prevailed for very long in the past, it does seem unlikely that the long-time growth rate could have averaged significantly less than (1/2)%. Very little is known about the world population in earlier times, but everything that is known indicates the population has steadily increased throughout recorded history.
Dr. Ansley J. Coale, Director of the Office of Population Research at Princeton University, has discussed the paucity of such data in an important recent study.
"Any numerical description of the development of the human population cannot avoid conjecture, simply because there has never been a census of all the people of the world ... The earliest date for which the global population can be calculated with an uncertainty of only, say 20 per cent is the middle of the 18th century. The next earliest time for which useful data are available is the beginning of the Christian era, when Rome collected information bearing on the number of people in various parts of the empire."1
The usually-accepted estimates of world population for these two dates are, respectively, about 200 million in A.D. 1 and about one billion in 1800 A.D. The first, however, may be vastly in error, since no one really knows the population in most parts of the world at that early date.
For earlier periods than A.D. 1, absolutely nothing is known concerning world populations. It should be emphatically stressed that all estimates of earlier populations except that recorded in the Bible (namely, that immediately after the great Flood, the world population consisted of eight people) are based solely on evolutionary concepts of human technological development.
"For still earlier periods (than A.D. 1) the population must be estimated indirectly from calculations of the number of people who could subsist under the social and technological institutions presumed to prevail at the time. Anthropologists and historians have estimated, for example, that before the introduction of agriculture the world could have supported a hunting and gathering culture of between five and ten million people."1
Such guesses are useless, however, because they are based on a discredited model, that of human evolution. The creation-cataclysm model of earth history fits all the known facts of man’s history much better than the evolution model does2, and it recognizes that man’s agriculture and other basic technologies are essentially as old as man himself.
In 1650 the world population has been estimated with perhaps reasonable accuracy to have been 600 million. In 150 years this had grown to approximately one billion. The average rate of increase for this period, therefore, is:
r = ( 10 )1/150 -1 = 1/3 %
6
Since this period from 1650 to 1800 antedated the great advances in medicine and technology which have stimulated the more rapid population growth of the 19th and 20th centuries, and also since this is the earliest period of time for which population data are at all reliable, it seems likely that this figure of (1/3)%, rather than the (1/2)% previously calculated, could be used as the norm for population growth throughout most of past history.
In that case, the length of time required for the population to grow from 2 people to one billion people, at 1/3% increase per year is:
n = log(109 / 2) = 6100 years
log(1.00333)
To this should be added the 175 years since 1800. Thus, the most probable date of human origin, based on the known data from population statistics, is about 6,300 years ago.
This figure, of course, is vastly smaller than the usually assumed million-year history of man. Nevertheless it correlates well not only with Biblical chronology but also with other ancient written records as well as with even the usual evolutionary dates for the origin of agriculture, animal husbandry, urbanization, metallurgy and other attributes of human civilization.
By arbitrary juggling of population models, of course, the evolutionist can manage to come out with any predetermined date he may choose. People should realize, however, that this does require an arbitrary juggling of figures, based solely on the assumptions of human evolution. The actual data of population statistics, interpreted and applied in the most conservative and most probable manner, point to an origin of the human population only several thousands of years ago. The present population could very easily have been attained in only about 6000 years or so, even if the average population growth rate throughout most of history were only one-sixth as much as it is at present. The burden of proof is altogether on evolutionists if they wish to promote some other population model.
The Biblical model for population growth starts with eight people (Noah, his three sons, and their wives) right after the great Flood. The date of the Flood is not certain; the Ussher chronology dates it about 2350 B.C., but possible gaps in the genealogies of Genesis 11 may justify a date as far back as say, about 6000 B.C., with the probabilities favoring the lower limit rather than the upper limit.
Even using the short Ussher chronology, it is quite reasonable, as we have seen, for the population to have grown from 8 people to 3.5 billion people in 4350 years. This growth represents an average annual increase of only 0.44%, or an average doubling time of 152 years. Such figures are quite consistent with all known data of population statistics, especially in light of the fact that the human death rates were very low for many centuries after the Flood, and family sizes quite large. Thus, in all likelihood, the population growth was very substantial in the early centuries, at least as great as it has become in the present century. In turn, this means that the rate may have been much less than 0.44% during the long period in between.
In any case, the conclusion is well justified that the Biblical chronology, even in its most conservative form, fits well into all the known facts of population growth, much more so than does the evolutionary chronology of human history.
For further discussion, with a different analytical approach, on the evolutionary implications of population growth, see Biblical Cosmology and Modern Science, by Henry M. Morris, Chapter VI, "World Population and Bible Chronology" (available from I.C.R.)
REFERENCES
1 Margaret Mead; "World Population: World Responsibility," Science, Vol. 185, September 27, 1974, p. 1113.
1 Donald Freedman and Bernard Berelson, "The Human Population," Scientific American, Vol. 231, September 1974, p. 31.
1 Roger Revelle, "Food and Population," Scientific American, Vol. 231, September 1974, p. 168. Revelle is Director of the Center for Population Studies at Harvard.
1 Ibid., p. 169.
1 Lynn White, "The Historical Roots of our Ecological Crisis," Science, Vol. 155, March 10, 1967, pp. 1203-1207.
2 Richard L. Means, "Why Worry about Nature," Saturday Review, December 2, 1967.
1 A.J. Coale, "The History of the Human Population," Scientific American, Vol. 231, September, 1974, p. 41.
1 Ibid., p. 41.
2 See Scientific Creationism (San Diego, Creation-Life Publishers, 1974), pp. 171-201.
*Dr. Henry Morris is Founder and President Emeritus of ICR.
Posted by: Jónatas Machado | janeiro 31, 2007 04:08 PM
As novidades mais recentes do campo evolucionista continuam a confirmar a ausência de evidência fóssil da evolução. Isso mesmo foi recentemente salientado por Frank Sherwin, do Institute for Creation Research, da California.
Este autor chamou a atenção para o facto de que os resultados a que se chega na quinta edição do livro, publicado em 2001, de Edwin H. Colbert et alia, intitulado "Colbert's Evolution of the Vertebrates", corroboram aquilo que muitos evolucionistas e criacionistas vinham dizendo sobre a inexistência de fósseis intermédios entre as várias categorias de animais (invertebrados, vertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves, maniferos).
Apesar de ser um livro evolucionista, ai se dizem coisas muito interessantes e sugestivas sobre a evidência fóssil da evolução. Na verdade, os criacionistas não diriam melhor. O livro corrobora inteiramente o que já a evolucionista Barbara Stahl dizia no seu livro "Vertebrate History: Problems in Evolution, (1974)", o qual lhe valeu ao longo dos anos muitas críticas por parte de evolucionistas. Mas apesar de tudo, parece nada mudou ao longo de várias décadas em matéria de registo fóssil. Frank Shervin deu-se ao trabalho de comparar o livro de Stahl, de 1974, e o livro de Colbert, de 2001, e verificou que os fósseis intermédios continuam a faltar.
Vejamos:
Origem das aves:
"In the absence of fossil evidence, paleontologists can say little about the date at which these |sixty-nine living families of Passeri-formes| . . . appeared" (Stahl, 386).
"Of all the classes of vertebrates, the birds are least known from their fossil record" (Colbert, 236).
Origem das Baleias:
"As with most tetrapods secondarily modified for aquatic living, ascertaining the terrestrial stock from which the whales came is exceedingly difficult" (Stahl, 486).
"Like the bats, the whales (using this term in a general and inclusive sense) appear suddenly in early Tertiary times, fully adapted by profound modifications" (Colbert, 392).
Origem dos anfíbios:
"Since the fossil material provides no evidence of other aspects of the transformation from fish to tetrapod, paleontologists have had to speculate how legs and aerial breathing evolved" (Stahl, 195).
"This is certainly a logical explanation of the first stages in the change from an aquatic to a terrestrial mode of life. We can only speculate about this" (Colbert, 84-85).
Origem das cobras:
"The origin of the snakes is still an unsolved problem" (Stahl, 318).
"Unfortunately, the fossil history of the snakes is very fragmentary, so that it is necessary to infer much of their evolution" (Colbert, 154).
Origem dos peixes:
"The higher fishes, when they appear in the Devonian period, have already acquired the characteristics that identify them as belonging to one or another of the major assemblages of bony or cartilaginous forms" (Stahl, 126).
"Both these groups |bony and cartilaginous| appeared in the late Silurian period, and it is possible that they may have originated at some
earlier time, although there is no fossil evidence to prove this" (Colbert, 53).
Como se pode ver, não existe evidência fóssil de evolução. Não são só os criacionistas que o dizem. Ela não existe, ponto final.
As abundantes citações de evolucionistas acima apresentadas corroboram isso mesmo. O registo fóssil é um grande amigo dos criacionistas.
Tentar usar o registo fóssil como evidência da evolução é tão absurdo como o argumento de Stephen Hawking a favor do Big Bang. No seu livro A Brief History of Time, de 1998, Stephen Hawking, o célebre astrofísico da "cadeira de rodas" e da voz sintetizada, defende que a teoria do Big Bang é amplamente confirmada pela evidência observável, embora não consiga explicar a origem das galáxias e das estrelas!! É verdade, é isso que ele diz. Para ele, esse facto é apenas uma "pequena" anomalia na teoria do Big Bang. Aparentemente, Stephen Hawking não se deixa perturbar pelo facto de essa "pequena" anomalia deixar por explicar a origem de cerca de 300 biliões de galáxias (as estimativas mais generosas apontam para esse número)! Pelos vistos, muitos evolucionistas também não estão muito preocupados, e continuam a dizer que a teoria do Big Bang (apesar de não conseguir explicar 300 biliões de galáxias) é a melhor explicação para a origem do Universo. Enfim, que é que se pode dizer desta maneira de pensar?
No entanto, parece que se quer que todos aceitem a evolução, a despeito da ausência de evidências, apenas porque a criação, a única alternativa plausível, tem óbvias implicações religiosas e éticas.
Se fomos criados por Deus, é Ele, e não nós, que define o valor da vida. Por outro lado, atentar contra uma vida humana é atentar contra o criador da vida humana, que a criou à Sua imagem e semelhança.
A ciência contemporânea, está mais preocupada com a protecção de uma concepção naturalista e materialista do mundo e da vida, a despeito da total falta de evidências, do que com a investigação intelectualmente honesta e despreconceituosa de todas as evidências.
Posted by: Jónatas Machado | fevereiro 3, 2007 02:46 PM
Eis um apontamento recentíssimo do Institute for Creation Research sobre os fósseis e o dilúvio. Um problema que sempre intrigou os cientistas, desde Aristóteles até aos nossos dias. Este apontamento é escrito por William Hoesch, com formação em geologia. Penso que vale a pena divulgá-lo junto dos evolucionistas. O mesmo clarifica a posição criacionista bíblica relativamente aos fósseis. Os mesmos não são evidência da evolução (daí a inexistência de fósseis intermédios). Antes são evidência do dilúvio global (daí a existência de fósseis de moluscos no cume das montanhas mais altas, incluindo o Everest). Daí, do mesmo modo, a existência de centenas de fósseis vivos, os quais, embora datados de dezenas e mesmo centenas de milhões de anos (de acordo com o jogo de datações evolucionista e uniformitarista) são em tudo semelhantes aos seus congéneres ainda em existência. Como se verá, os fósseis e as rochas são os mesmos para evolucionistas e criacionistas, embora as interpretações que deles se fazem sejam bem diferentes. Em todo o caso, os criacionistas não têm que postular a existência de fósseis intermédios que pura e simplesmente não existem, como penso, com a ajuda dos próprios evolucionistas, ter deixado bem claro.
Aqui vai o artigo, que pode ser encontrado em www.icr.org
218c - Vulgar Notions of a Universal Flood (#218)
by William Hoesch, M.S.*
Scientists of the early sixteenth century faced a dilemma: how did fossils originate? Tradition had held for centuries that the existence of marine shells on hilltops was due to the Genesis Flood. On the other hand, pagan philosophies like Aristotle-ianism and Neoplatonism, which were undergoing a renaissance in Europe (at the time), led to very popular interpretations that they had mysteriously formed in place within the rocks (akin to "spontaneous generation"). Which was true? The similarities between living marine organisms and those funny shapes called "fossils" were becoming too glaring to deny, yet the Flood model was resisted. Why?
According to science historian Martin Rudwick in his excellent book, The Meaning of Fossils: Episodes in the History of Paleontology (Univ. of Chicago Press, 2nd ed., 1985), the Flood had failed as an explanation for fossils. The intractable problem was this: a literal reading of the Genesis Flood revealed an event of insufficient violence to sweep marine fossils onto continents. Furthermore, (1) the growing biological awareness of the number of animal species and the inadequacy of the Ark to hold them all, and (2) the production and subsequent disappearance of such huge volumes of water are fatal problems to a Flood model. And so, according to Rudwick, "vulgar notions of a universal Flood," were really tried and found wanting. The only rational alternative, said Rudwick, was to reconcile the Flood narrative of Scripture with the natural philosophy of Aristotle. In other words, the Flood was merely one of many local inundations, and "the continuous, gradual changes in physical geography" was the only means to explain such vast changes in geography. The seas advanced slowly and gradually over a vast timescale, in other words. Rudwick, to his credit, saw what most modern theologians could not -- that diminishing the role of the Flood in this way is tantamount to denying God's sovereignty in all of Earth history. But absent an answer to the above apologetics questions, he saw this as the only rational recourse. In short, the consensus became that Aristotle had it wrong about the origin of fossils, but was right on the vast antiquity of the earth and on geologic gradualism.
How insurmountable were Rudwick's "problems"? I would not want to argue with God that a Flood which began with a rupturing of all the deep ocean basins and covered "all the high hills under all the heavens" in a matter of weeks is logically insufficient to explain marine fossils on continents. Any serious appraisal of the room needed in the Ark for representatives of every kind (or, baramin, not species) of known land-dwelling and air-breathing creature, is enough to make one wonder what Noah did with all the spare deck-space (shuffleboard, maybe?). As for the production and disappearance of the huge volumes of water for the Flood, one need only be reminded that here on the "water planet" the ocean basins are far deeper than the mountains are high. A mere flexing of the Pacific Ocean floor could easily inundate the earth, and there are indications from Scripture of Flood-associated tectonics that were far more severe than this.
Several lessons can be gained from this. First, God never asks man to believe in nonsense. Second, pagan philosophies are as alluring in the twenty-first century as they were in the sixteenth, and science suffers for it. Third, the Genesis Flood can stand in the marketplace of ideas.
*William A. Hoesch, M.S. geology, is research assistant in Geology
Posted by: Jónatas Machado | fevereiro 3, 2007 04:30 PM
Eis uma síntese interessante de aguns dos principais problemas do evolucionismo:
TEN MAJOR FLAWS OF EVOLUTION - REVISED
by Randy Alcorn (with additional editing by Jim Darnall).
The complexity of living systems could never evolve by chance—they had to be designed and created. A system that is irreducibly complex has precise components working together to perform the basic function of the system. (A mousetrap is a simple example.) If any part of that system were missing, the system would cease to function. Gradual additions could not account for the origin of such a system. It would have to come together fully formed and integrated. Many living systems exhibit this (vision, blood-clotting, etc.). When you look at a watch, you assume there was a watchmaker. A watch is too complex to "happen" by chance. Yet such living systems are almost infinitely more complex than a watch. They could not be random—they simply had to be designed and created.
The high information content of DNA could only have come from intelligence. Information science teaches that in all known cases, complex information requires an intelligent message sender. This is at the core of the Search for Extra-Terrestrial Intelligence (SETI). DNA is by far the most compact information storage/retrieval system known. A pinhead of DNA has a billion times more information capacity than a 4-gigabit hard drive. Ironically, evolutionists scan the heavens using massive radio telescopes hoping for relatively simple signal patterns that might have originated in outer space, all the while ignoring the incredibly complex evidence of superior intelligence built into every human's DNA. While we're waiting to hear signs of intelligence behind interstellar communication, we're ignoring those built into us.
No mutation that increases genetic information has ever been discovered. Mutations which increase genetic information would be the raw material necessary for evolution. To get from "amoeba" to "man" would require a massive net increase in information. There are many examples of supposed evolution given by proponents. Variation within a species (finch beak, for example), bacteria which acquire antibiotic resistance, people born with an extra chromosome, etc. However, none of the examples demonstrate the development of new information. Instead, they demonstrate either preprogrammed variation, multiple copies of existing information, or even loss of information (natural selection and adaptation involve loss of information). The total lack of any such evidence refutes evolutionary theory.
Evolution flies directly in the face of entropy, the second law of thermodynamics. This law of physics states that all systems, whether open or closed, have a tendency to disorder (or "the least energetic state"). There are some special cases where local order can increase, but this is at the expense of greater disorder elsewhere. Raw energy cannot generate the complex systems in living things, or the information required to build them. Undirected energy just speeds up destruction. Yet, evolution is a building-up process, suggesting that things tend to become more complex and advanced over time. This is directly opposed to the law of entropy.
There is a total lack of undisputed examples (fossilized or living) of the millions of transitional forms ("missing links") required for evolution to be true. Evolution does not require a single missing link, but innumerable ones. We should be surrounded by a zoo of transitional forms that cannot be categorized as one particular life form. But we don't see this—there are different kinds of dogs, but all are clearly dogs. The fossils show different sizes of horses, but all are clearly horses. None is on the verge of being some other life form. The fossil record shows complex fossilized life suddenly appearing, and there are major gaps between the fossilized "kinds." Darwin acknowledged that if his theory were true, it would require millions of transitional forms. He believed they would be found in fossil records. They haven't been.
Pictures of ape-to-human "missing links" are extremely subjective and based on evolutionists' already-formed assumptions. Often they are simply contrived. The series of pictures or models that show progressive development from a little monkey to modern man are an insult to scientific research. These are often based on fragmentary remains that can be "reconstructed" a hundred different ways. The fact is, many supposed "ape-men" are very clearly apes. Evolutionists now admit that other so-called "ape-men" would be able to have children by modern humans, which makes them the same species as humans. The main species said to bridge this gap, Homo habilis, is thought by many to be a mixture of ape and human fossils. In other words, the "missing link" (in reality there would have to be millions of them) is still missing. The body hair and the blank expressions of sub-humans in these models doesn't come from the bones, but the assumptions of the artist. Virtually nothing can be determined about hair and the look in someone's eyes based on a few old bones.
The dating methods that evolutionists rely upon to assign millions and billions of years to rocks are very inconsistent and based on unproven (and questionable) assumptions. Dating methods that use radioactive decay to determine age assume that radioactive decay rates have always been constant. Yet, research has shown that decay rates can change according to the chemical environment of the material being tested. In fact, decay rates have been increased in the laboratory by a factor of a billion. All such dating methods also assume a closed system—that no isotopes were gained or lost by the rock since it formed. It's common knowledge that hydrothermal waters, at temperatures of only a few hundred degrees Centigrade, can create an open system where chemicals move easily from one rock system to another. In fact, this process is one of the excuses used by evolutionists to reject dates that don't fit their expectations. What's not commonly known is that the majority of dates are not even consistent for the same rock. Furthermore, 20th century lava flows often register dates in the millions to billions of years. There are many different ways of dating the earth, and many of them point to an earth much too young for evolution to have had a chance. All age-dating methods rely on unprovable assumptions.
Uses continue to be found for supposedly "leftover" body structures. Evolutionists point to useless and vestigial (leftover) body structures as evidence of evolution. However, it's impossible to prove that an organ is useless, because there's always the possibility that a use may be discovered in the future. That's been the case for over 100 supposedly useless organs which are now known to be essential. Scientists continue to discover uses for such organs. It's worth noting that even if an organ were no longer needed (e.g., eyes of blind creatures in caves), it would prove devolution not evolution. The evolutionary hypothesis needs to find examples of developing organs—those that are increasing in complexity.
Evolution is said to have begun by spontaneous generation—a concept ridiculed by biology. When I was a sophomore in high school, and a brand new Christian, my biology class spent the first semester discussing how ignorant people used to believe that garbage gave rise to rats, and raw meat produced maggots. This now disproven concept was called "spontaneous generation." Louis Pasteur proved that life only comes from life—this is the law of biogenesis. The next semester we studied evolution, where we learned that the first living cell came from a freak combination of nonliving material (where that nonliving material came from we were not told). "Chemical Evolution" is just another way of saying "spontaneous generation"—life comes from nonlife. Evolution is therefore built on a fallacy science long ago proved to be impossible.
Evolutionists admit that the chances of evolutionary progress are extremely low. Yet, they believe that given enough time, the apparently impossible becomes possible. If I flip a coin, I have a 50/50 chance of getting heads. To get five "heads" in a row is unlikely but possible. If I flipped the coin long enough, I would eventually get five in a row. If I flipped it for years nonstop, I might get 50 or even 100 in a row. But this is only because getting heads is an inherent possibility. What are the chances of me flipping a coin, and then seeing it sprout arms and legs, and go sit in a corner and read a magazine? No chance. Given billions of years, the chances would never increase. Great periods of time make the possible likely but never make the impossible possible. No matter how long it's given, non-life will not become alive.
The scientific method can only test existing data—it cannot draw conclusions about origins. Micro-evolution, changes within a species on a small scale, is observable. But evidence for macro-evolution, changes transcending species, is conspicuous by its absence. To prove the possibility of anything, science must be able to reproduce exact original conditions. Even when it proves something is possible, it doesn't mean it therefore happened. Since no man was there to record or even witness the beginning, conclusions must be made only on the basis of interpreting presently available information. If I put on rose-colored glasses, I will always see red. I accept the Bible's teaching on creation, and see the evidence as being consistently supportive of that belief. When dealing with origins, everyone who believes anything does so by faith, whether faith in God, the Bible, himself, modern science, or the dependability of his own subjective interpretations of existing data. I would rather put my faith in God's revealed Word.
by Randy Alcorn, Eternal Perspective Ministries, 2229 E. Burnside #23, Gresham, OR
Posted by: Jónatas Machado | fevereiro 5, 2007 02:50 PM